Esperança na Oncologia

Pela primeira vez na América Latina, médicos da Universidade de São Paulo (USP) realizaram com sucesso um tratamento com o uso de células T alteradas em laboratório para combater células cancerígenas de linfoma. Chamado de terapia celular CAR-T, o procedimento já é adotado nos Estados Unidos como “último recurso” para tratar linfomas e leucemias avançadas.

O tratamento, realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, no interior paulista, foi aplicado, no início de setembro, o aposentado Vamberto Castro de 62 anos, com linfoma em estado grave e sem resposta a tratamentos convencionais para a doença.

“O paciente tinha um câncer em um estágio terminal, já tinha sido submetido a quatro tipos diferentes de tratamento, sem resposta. Estava no que nós chamamos tratamento compassivo, que é tratamento sintomático, esperando o desencadear normal, que é o óbito. Estava na fila dos sem possibilidade de tratamento”, lembra o médico Dimas Tadeu Covas, coordenador do Centro de Terapia Celular (CTC) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP.

Cerca de 20 dias após o início do tratamento, a resposta de saúde do paciente foi promissora: os exames passaram a mostrar que as células cancerígenas desapareceram. “Ele teve essa resposta quase milagrosa. Em um mês, a doença desapareceu. Para essa situação, existem experiências americanas [que mostram] que o índice é superior a 80% de cura. Pacientes que estavam condenados, como esse do nosso caso, têm 80% de chance de cura com uma única aplicação desse tratamento”, destaca o médico.

“Daí a sua característica revolucionária. As pessoas não acreditam na resposta tão rápida em um curto espaço de tempo”, acrescenta Covas. O paciente, que deve ter alta no próximo sábado (12), será acompanhado por uma equipe médica, por pelo menos 10 anos, para que se saiba a efetividade do procedimento.

Vamberto Castro recebe tratamento de médicos da USP que fez desaparecer células de linfoma

O linfoma combatido com o novo tratamento é um tipo de câncer que afeta o sistema imunológico. O paciente sofria de uma forma avançada de linfoma de células B, que não havia respondido a nenhum dos tratamentos de quimioterapia e radioterapia indicados para o caso. O prognóstico era de menos de um ano de vida.

Diante da falta de resultado das terapias convencionais disponíveis, o doente foi autorizado a se submeter ao tratamento com as chamadas células CAR-T, ainda em fase de pesquisa. A aplicação do novo procedimento foi coordenado pelo médico hematologista Renato Cunha, pesquisador associado do Centro de Terapia Celular da USP, que conta com apoio pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

A forma de terapia celular usada em Ribeirão Preto é a CAR-T, na qual as células T do paciente (um tipo de célula do sistema imunológico) são alteradas em laboratório para reconhecer e atacar as células cancerígenas ou tumorais. O termo CAR refere-se a um receptor de antígeno quimérico (chimeric antigen receptor, em inglês).

“A terapia consiste em modificar geneticamente células T para torná-las mais eficazes no combate ao câncer. Esta forma de terapia celular é justamente indicada para aqueles casos que não respondem a nenhuma outra forma de tratamento,” explica Cunha.

Depois que as células T do paciente foram coletadas e geneticamente modificadas, a equipe de Cunha as reinjetou na corrente sanguínea, num procedimento chamado infusão. “Feito isto, as células T modificadas passaram a se multiplicar aos milhões no organismo do paciente, fazendo com que o sistema imune deste passasse a identificar as células tumorais do linfoma como inimigos a serem atacados e destruídos.”

De acordo com o hematologista, os resultados da terapia celular para o tratamento das formas mais agressivas de câncer são tão espetaculares, que seu desenvolvimento rendeu o Prêmio Nobel de Medicina de 2018. Os premiados foram os dois pioneiros da terapia celular, o norte-americano James Allison e o japonês Tasuku Honjo.

Vanessa Bonafini

Diagnosis – Diagnóstico

Diagnóstico: resolvendo os mistérios médicos mais desconcertantes.

Dores de estômago . Erupções roxas. Dividindo dores de cabeça. Por que é tão intrigante ler histórias de pessoas lidando com algo muito errado com sua saúde e aprendendo o processo passo a passo que os médicos adotam para descobrir exatamente o que está errado? Se você gosta desse tipo de coisa, então precisa assistir esse documentário – série  no Netflix e lança um novo livro Diagnosis Resolvendo os mistérios mais Desconcertantes.

Dra. Lisa Sanders, uma colunista do New York Times  internista do corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale. 

Ela na minha opinião faz parte daquelas médicas como poucas hoje em dia, nesse mundo tão assustador e aterrorizante que se chama doenças sem soluções ou simplesmente médico que trata pacientes como mais um número. Ela escreve mensalmente na coluna do New York Times, sobre vários tipos de doenças as vezes o paciente tem a meses as vezes alguns anos, pais desesperados que não sabem a quem mais recorrer depois de tantas consultas e exames sem diagnósticos. Objetivo dela é que pessoas do mundo todo e não somente médicos possam entrar em contato e ajudar de alguma forma solucionar o problema ou a dor e não se trata necessariamente de médicos, em alguma parte do mundo possivelmente alguém vai encontrar um problema igual ou parecido com o seu.

O que mais me chamou atenção foi a generosidade  o amor e preocupação que ela tem, com pacientes que não são dela, em um mundo que poucos se importam com o próximo ter o privilégio de ter alguém ajudando faz toda diferença, porque ela realmente se envolve sofre e fica feliz quando tudo é resolvido.

”Eu acho que os médicos estavam e muitos ainda se sentem desconfortáveis ​​com os pacientes, entendendo quanta incerteza existe em torno da medicina”. Dra. Lisa Sanders

Não sei se concordo muito com ela com o fato dos médicos se sentirem desconfortáveis com os pacientes, com a minha experiência em ter sido paciente de oncologia e depois meu filho, inclusive sendo um caso parecido com o qual a  Dra. Lisa ajudou a solucionar um menino de 16 anos que tinha câncer na perna direita. Posso falar da minha experiência pessoal, que tivemos alguns problemas muito sério com um determinado médico, câncer por si só já é um tratamento difícil e assustador então imaginem para uma criança se o médico não tiver uma boa didática para lhe dar com o paciente podem ter certeza que o tratamento vai ser ainda mais difícil . É preciso entender que todo paciente independente de qual doença esteja tratando ou procurando respostas, tem que questionar seu médico fazer perguntas e tirar todas as dúvidas, afinal médico não e Deus e nenhum nunca vai saber tudo, então imaginem nós meros mortais. NÃO EXISTE PERGUNTA BURRA. A troca de informações é valida para todos e a internet está ai para facilitar, não entendeu ou não sabe, anota e pergunta na próxima consulta e se o médico não soube responder de imediato, pode ter certeza que ele vai se informar e na próxima consulta você tem a resposta.

Mais o que quero dizer com tudo isso, é como essa troca de informação nesse documentário mostra que o mundo está interligado pela internet hoje em dia, que você pode até se desesperar num primeiro momento mais respire fundo que lá na frente tudo vai dar certo.

Dra. Sanders um caso que me chamou muita atenção de uma moça de 23 anos que mora em Nevada, que há nove anos convivia com uma dor insuportável no corpo que praticamente todas as vezes terminavam no hospital  sem solução e muitos gastos financeiros, porque aqui no EUA saúde é caríssimo e muito caro mesmo. Uma equipe médica de Turim na Itália entrou em contato com a paciente, que foi até eles e realizou um exame que chama Genética Molecular que foi afunilando as doenças até que dois meses depois se chegou ao resultado, nove anos de sofrimento e um diagnóstico que foi muito favorável para paciente que precisou modificar sua dieta. Então cada vez mais acho valido a troca de informações que seja virtualmente ou pessoalmente.

Dra. Lisa Sanders, tem toda minha admiração e respeito, espero que no mundo tenha e acredito que tenha mesmo mais profissionais como ela.

Vanessa Bonafini

Diagnosis_Final

@New York Times.

@ Dra. Lisa Sanders

 

PROTOCOLO BUDWIG CONTRA O CÂNCER

dra budwing

O Protocolo Budwig contra o câncer foi inventado pela Dra. Johanna Budwig uma das mais conceituadas bioquímicas da  Alemanha na década de 1950 ,ela era considerada uma das melhores pesquisadoras de câncer de toda Europa, desenvolveu um tratamento simples que até hoje é considerado uma das melhores alternativas para obtenção da cura do câncer de forma natural.

A Dra. Budwing teve uma taxa de sucesso de 90% com seu tratamento para todos os tipos de pacientes com câncer.

Foi indicada sete vezes ao Prêmio Nobel de Medicina.

Ela que fundamentou o seguinte :

“… ácidos graxos altamente insaturados desempenham um papel decisivo no funcionamento da respiração celular do corpo. A vida das células depende do bom funcionamento das suas membranas, em função da disponibilidade de gorduras insaturadas. Agentes cancerígenos anexam-se a partes da célula [com respiração deficiente].”

“Ingerir uma gordura insaturada [como o] omega 3 de superfície ativa, re-ativa as funções vitais quando tomadas juntamente com uma dieta saudável de frutas orgânicas frescas, legumes, nozes, grãos, e sucos de vegetais, bem como evitar todos os alimentos processados e prejudiciais.”

Este protocolo inclui uma série de orientações para a sua alimentação, o uso de alimentos vivos, abolir os alimentos industrializados, moer as sementes na hora de ingerí-las e beber somente água pura mas, indica também que, para uma saúde melhor é importante fazer dessas ações a sua filosofia de vida.

Protocolo Budwig contra o câncer

  • beber somente água pura
  • receber quantidades adequadas de sol para estimular a cura na mente e no corpo
  • eliminar da dieta todos os alimentos processados
  • não consumir açúcar, carnes ou gorduras animais
  • preparar somente frutas e vegetais orgânicos e frescos
  • aprontar e comer imediatamente, nunca utilizar sobras
  • evitar drogas e suplementos
  • sempre moer as semente de linhaça na hora e consumir em menos de 15 minutos
  • misturar queijo quark ou cottage com óleo de sementes de linhaçanuma proporção de 2:1 e bater até que não reste qualquer óleo flutuando
  • depois desse estágio pode-se temperar e acrescentar verdinhos ou vegetais picados ao novo queijo.

A receita da Dra Budwig é simples: queijo cottage e linhaça

Nestes dois ingredientes, na proporção indicada, de 2:1, você terá a quantidade de ácidos graxos poliinsaturados essenciais, ômega 3 e ômega 6 suficientes para a sua alimentação diária. Mas, veja bem, é fundamental misturar os ácidos graxos, ou os alimentos que os contêm, com frutas, verduras, água pura, exercício, ar puro e sol, para sintetizar a vitamina D que o nosso sistema imunológico precisa.

O que fazemos ao bater o queijo cottage e as sementes de linhaça é emulsionar os ácidos graxos essenciais que estas contêm, tornando-os muito mais acessíveis para nós – ou seja, eles entram no nosso organismo já meio prontos para serem absorvidos na corrente sanguínea através da mucosa do trato intestinal.

Se você estiver tratando um câncer, faça desta a sua dieta alimentar mas não abandone os outros tratamentos indicados pelo seu médico. A Dra. Budwig recomendava que se consumisse até 8 colheres de sopa de óleo de linhaça emulsionado com cottage ou queijo quark, ao dia, caso você estivesse em tratamento e, 1 colher de sopa, caso seu objetivo seja a prevenção.

Vanessa Bonafini

flaxseed oil and cottage cheese budwig protocol

Outubro Rosa

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A campanha do Outubro Rosa surgiu na década de 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, em Nova York. Entretanto, somente em 1997 é que entidades começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença. O mês de Outubro foi escolhido como epicentro das ações.

A campanha é celebrada anualmente com o objetivo principal de alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama (e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero). Durante o Outubro Rosa é comum o compartilhamento de informações sobre essas doenças, promovendo a conscientização sobre a doença e proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento.

Câncer de mama não atinge somente mulheres acima de 50 anos. É cada vez mais comum encontrar pacientes entre 35 e 40 anos com nódulos, que possuem características particulares da doença.” “Nas mulheres mais jovens, apenas 5% dos casos de câncer são hereditários ou decorrentes de um histórico familiar. Na grande maioria das vezes a causa é esporádica, relacionada ao ambiente e hábitos, como alimentação e uso de anticoncepcionais.
Dados mostram que houve um aumento discreto do risco do contraceptivo oral para o câncer de mama em usuárias atuais ou recentes comparadas às mulheres que não fazem uso do anticoncepcional. Embora o remédio não seja a causa do câncer, pode ser uma porta de entrada da doença.
Esse aumento foi observado em mulheres com menos de 35 anos e que tomaram anticoncepcional antes dos 20 anos de idade. Os dados foram vistos em diferentes tipos de anticoncepcional (com estrogênio e progesterona, ou apenas progesterona). Apesar da relação, o influência não vem do uso prolongado, mas da elevada dose dos hormônios.

“Estrogênio arriscado
Outro fator que aumenta o risco e pode ter influência no desenvolvimento de câncer de mama entre mulheres mais jovens é a obesidade.
O aumento do tecido adiposo, ou da gordura corporal, faz com que o organismo tenha uma maior quantidade da enzima aromatase, que aumentaria o estrogênio circulante. Esse aumento do hormônio também elevaria o risco para o câncer de mama.”

“Proteção da fertilidade durante o tratamento
Uma das preocupações das mulheres diagnosticadas com câncer de mama é a possibilidade de se tornarem mães. Como a quimioterapia e a radioterapia, tratamentos tradicionais contra a doença, podem comprometer os ovários, a busca pela preservação da fertilidade é tema constante de pesquisas.
A alternativa mais comum atualmente é o congelamento dos óvulos. O processo se inicia com o estímulo medicamentoso à ovulação para que a mulher produza vários óvulos em um mesmo ciclo. Ao amadurecerem, é feita a retirada, com anestesia local e sedativo, e posterior congelamento em laboratório.”

A quem enfrenta um diagnóstico, não se desespere hoje  a ciência está bem avançada já é possível viver e conviver com o câncer. Vai ser sempre um ciclo difícil, um período puxado, mas vai passar. Tudo passa, o que é bom e ruim. Tem que saber que vai entrar na tempestade, passar por turbulência, mas passa. Acreditar nos médicos, nos tratamentos, mas também acreditar na gente mesmo. E seguir a vida tentando não pensar tanto da doença.  Por outro lado, se conseguir ver a beleza da vida acredito que vai conseguir ter mais força para lutar e enfrentar o tratamento, afinal não tem como fugir mesmo, agora é fazer o que tem que ser feito. Às vezes a gente fica muito preocupado mais lembre-se  tem gente mais saudável que acaba falecendo. A vida é muito louca, não dá para ficar esperando”. Então o melhor a se fazer é se cuidar, ter uma boa alimentação, fazer exercícios e ter seus exames sempre atualizados. Prevenção é sempre a melhor opção .

Vanessa Bonafini

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Homem venceu o câncer e atribui melhora de 80% da doença à dieta vegetariana.

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Rob Mooberry, um homem americano que tinha câncer, está curado há cinco anos ?? e atribui sua saúde à dieta vegetariana à qual aderiu durante o tratamento.

Ele foi diagnosticado com câncer colorretal em estágio 4, um dos mais graves, em 2012. No início, ele começou a ter uma dieta saudável e a fazer exercícios, mas mesmo assim foi internado com uma perfuração no cólon. Na época, um exame detectou que o câncer tinha se espalhado para os intestinos, linfonodos e fígado. Ele passou por cirurgia, quimio e radioterapia e seu câncer passou para estágio 3A, um estágio ainda avançado, mas que já apresenta melhoras em relação ao início do tratamento.

Porém, foi apenas quando ele mudou para uma dieta vegetariana restrita, em novembro de 2012, que seu câncer teve uma remissão significativa: a doença estava 80% menor e menos agressiva em um novo exame realizado em 2013.

Agora Rob celebra cinco anos de cura da doença junto de suas filhas gêmeas de 2 anos de idade. Rob admitiu também que, apesar de ter dado certo com ele, ele não saí por aí advogando à favor das causas veganas o tempo inteiro. “Mas se você me perguntar o que funcionou para mim, eu vou te dizer: essa dieta”, explica.

Site : http://www.mucasamoo.com

Infelizmente não é novidade nenhuma que carnes são cancerigenas . Em 2015, a Organização Mundial da Saúde, órgão da ONU, classificou as carnes processadas, como salsicha, bacon, presunto, peito de peru e outros, como tão cancerígenas quanto o cigarro e o amianto. Já a carne “regular” faz parte do segundo grupo de substâncias mais arriscadas, especialmente para o câncer colorretal, exatamente o que Rob teve.

Em um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, mulheres que consumiam 1,5 porção de carne vermelha por dia apresentaram propensão 22%maior de desenvolver câncer de mama do que mulheres que consumiam uma porção de carne vermelha por semana. E não pára por aí: produtos de origem animal ainda foram relacionados a diabetes  e doenças do coração.

Os riscos de câncer, diabetes e doenças cardíacas são enormes para todos.

A dieta vegetariana sempre foi alvo de dúvidas e questionamentos para algumas pessoas. Atualmente adotada por muitos como um estilo de vida, cada vez mais os indivíduos se tornam vegetarianos. Além de vários benefícios que a alimentação à base de vegetais pode trazer à saúde dos indivíduos, há um em destaque que  chama a atenção e merece um estudo especial: Segundo pesquisas a incidência  de câncer seria menor em vegetarianos. Será que essa afirmação tem fundamento ?

A alimentação vegetariana de uma maneira geral está associada com uma dieta melhor que a onívora, onde há o consumo de carne. Normalmente com pouca gordura saturada esses alimentos são usados como parte de programas de saúde principalmente na tentativa de reverter quadros clínicos de complicações coronarianas. Os benefícios das dietas vegetarianas  para as pessoas  é devido ao baixo nível de colesterol, de gordura saturada, de proteína animal e a uma concentração maior de antioxidantes como as vitaminas E e C, fitoquímicos, carotenóides e folato que apresenta a capacidade de reduzir o nível sérico de homocisteína.

O fato de parar de comer carne por si só não confere nenhum tipo de garantia de que a pessoa não desenvolverá um tumor, apesar da carne está relacionada às várias doenças que afetam o organismo humano. Os hábitos saudáveis que são encontrados nos vegetarianos é que favorecem uma proteção contra vários tipos de câncer em virtude dos benefícios que uma dieta vegetariana pode proporcionar e que inclui um maior consumo de frutas, cereais integrais, hortaliças e alimentos funcionais que melhoram a defesa contra os radicais livres e favorecem menos casos de obesidade, além do não consumo de carne e um menor índice de tabagismo.

Mais vale salientar …

O aquecimento da carne aumenta as chances de ter um câncer?
– Sim, a temperatura mais alta gera compostos que contribuem para aumentar o risco carcinogênico, apesar de nem todos os compostos terem seus efeitos completamente conhecidos.
Há explicações que nos façam entender por que o aquecimento das carnes aumenta o risco de câncer?
– Sim. Cozinhar em altas temperaturas ou com a carne em contato direto com a chama ou a superfície quente, como ocorre com o churrasco e no ato de grelhar, produz substâncias químicas carcinogênicas, como as aminas heterocíclicas aromáticas e os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos.
Quais são os componentes da carne que aumentam o risco de câncer?
Há elementos da carne que mostram associação com o câncer, como o próprio ferro heme.
O cozimento da carne vermelha ou processada, também, produz aminas heterocíclicas aromáticas, bem como outros produtos, incluindo hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (que igualmente são encontrados na poluição do ar).
Adotar uma dieta vegetariana é uma estratégia inteligente para a prevenção contra o câncer.
Dr. Eric Slywitch
Médico (formado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí)
Vanessa Bonafini

A indústria farmacêutica está escondendo a cura?

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Já inventaram a cura do câncer? A suposição de que a cura do câncer já foi descoberta não é nada incomum.

O principal argumento utilizado pelas pessoas que defendem a tese de que a cura do câncer já foi descoberta é a de que seria financeiramente mais vantajoso para a indústria farmacêutica continuar fazendo o tratamento convencional, que pode ser custoso e demorado.

Nesse caso, se existisse uma cura do câncer, ela seria muito menos rentável, pois o paciente precisaria ser curado apenas uma vez e não haveria a necessidade de gastar dinheiro por tempo indeterminado com remédios e tratamentos, o que, por sua vez, colocaria os lucros da indústria farmacêutica no chão.

Afirmar que a cura do câncer já existe é uma afirmação ousada. Isso porque o câncer é um problema complexo que atinge o corpo humano.

O câncer pode ser definido como o crescimento anormal, acelerado e descontrolado de um tecido ou célula do corpo. Esse descontrole no crescimento gera um tumor, que nada mais é do que um aglomerado dessas células.

Ao contrário do que as pessoas imaginam, o câncer não é uma doença, mas várias doenças, que apresentam diferenças, particularidades e que, mais importante, são tratadas de maneiras diferentes.

Isso porque os tumores podem acontecer em diferentes áreas do corpo. Dessa forma, cada tipo de câncer apresenta sintomas, velocidade de crescimento e estratégias de tratamento diferentes.

Para se ter uma ideia, existem mais de 100 tipos de câncer e eles podem se desenvolver em qualquer lugar do corpo, causando sintomas diferentes e exigindo tratamentos diversos.

Câncer não se refere somente a uma doença, mas a um conjunto de doenças, que se manifestam de maneiras diferentes, em tecidos diferentes causando sintomas diferentes.

Por esse motivo, não faz sentido falarmos sobre a cura do câncer, mas sim sobre as curas do câncer.

O que todos os cânceres têm em comum é justamente a divisão celular incontrolável, causada por uma mutação genética repentina. Acontece que cada câncer é causado por um conjunto diferente de mutações genéticas.

Os especialistas da área médica normalmente são categóricos com relação à cura do câncer. Uma única cura funcional para todos os tipos de câncer é cientificamente impossível.

Uma única cura não funcionaria para todos eles, porque existem mais de (100) tipos de câncer.

A verdade por trás supostas curas do câncer

Existem diversas histórias envolvendo a cura do câncer. Muitas delas entram em detalhes sobre a vida do pesquisador e como ele foi calado pela indústria farmacêutica.

O grande problema é que as histórias contadas nos vídeos e textos perdidos pela internet variam bastante entre si e contam detalhes imprecisos, incorretos ou então manipulam toda a história.

Alguns tipos de câncer, entretanto, têm cura. O câncer de próstata, de tireoide, o melanoma e o câncer de mama são alguns exemplos. Mas, novamente, isso não é verdade para todos os outros tipos de câncer. Mas,  isso não é verdade para todos os outros tipos de câncer.

Todos nós já fomos somente uma célula, quando o espermatozoide do pai se uniu ao óvulo da mãe e, a partir daí, formou o corpo inteiro. O que o câncer faz é usar algumas das estratégias utilizadas na formação do nosso corpo para formar o tumor. O dia em que nós tivermos um conhecimento completo do câncer, quando todos os tipos de câncer tiverem cura, passaremos a entender a vida inteiramente. Porque os mecanismos que o câncer usa são os mesmos que a vida utilizou para formar um ser humano, diz Paulo Hoff, ( diretor geral do centro de oncologia do Hospital Sírio – Libanês.

A verdade é que existe muitas controvérsias  entre indústrias farmacêuticas no mundo todo, segundo o médico dinamarquês Peter Gotzsche ele compara a indústria ao crime organizado e a considera uma ameaça à prática da medicina segura.

” Isso é fato, não é acusação. Ela a indústria sabe que determinada ação é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo, É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes”, diz.

Assistindo a uma série chamada “The Truth About Cancer”, vi um médico falando o seguinte: “O dinheiro não está nas pessoas sadias. O dinheiro não está nas pessoas mortas. O dinheiro está nos doentes crônicos”. Essa foi uma frase marcante que ele utilizou para revelar a lógica por trás das formas de “tratar” as doenças pelo sistema convencional. Só que nem sempre a medicina foi assim.

Segundo o documentário, haviam faculdades de medicina nos Estados Unidos onde se ensinava técnicas de curas naturais como naturopatia, medicina com ervas e homeopatia até o final do século 19 e início do século 20. Essas abordagens levam o ser humano a se equilibrar mental, emocional, energeticamente, através de uma visão holística, o que leva a cura inclusive dos males físicos. Não havia uma única forma hegemônica de se praticar medicina.

A partir de uma determinada época a indústria passou a financiar as faculdades de medicina doando recursos que poderiam ser abatidos do imposto de renda. Isso tinha um ganho duplo. O primeiro, é que as empresas que financiavam ficavam bem vistas perante a sociedade por contribuir para o desenvolvimento da medicina. A segunda vantagem é que, quando alguém financia, esse alguém tem um grande poder pra decidir em que direção as pesquisas devem ser feitas.

Imagine uma companhia que fabrica medicamentos químicos e que doa 20 milhões de dólares pra pesquisa. Pra onde você imagina que ela vai direcionar as pesquisas? Obviamente, pra “solução” das doenças através de medicamentos que ela mesma fabrica.

Não faria o menor sentido uma empresa que vende medicamentos doar um valor pra pesquisa e dizer: “Nós queremos que vocês usem esse dinheiro da melhor maneira possível, e podem inclusive desenvolver uma forma de cura natural que não envolva nenhum tipo de química”. A indústria farmacêutica, como qualquer outra, precisa dar lucro e mostrar resultados pros acionistas.

A vasta maioria dos medicamentos que são fabricados são derivados de petróleo. Eu não sei se você já sabia disso, mas eu não fazia a menor ideia até ver esse documentário e confirmar com pesquisas que fiz na internet.

A indústria do petróleo, que era monopolizada pelo grupo Rockefeller nos Estados Unidos, descobriu que poderia manipular, através da química orgânica, as moléculas do petróleo e transformá-las em milhares de outros compostos químicos que poderiam ser patenteados. E assim foram criadas as drogas patenteadas.

As fundações Carnergie e Rockefeller, abraçaram a missão de reformar os cursos de medicina e estabelecer “a melhor forma” de se praticar medicina. A princípio poderia parecer uma coisa altruísta, mas, o que aconteceu foi o estabelecimento de um grande monopólio da medicina baseada na utilização unicamente de medicamentos químicos.

Uma outra coisa que é importante observar é que não tem como se ter um grande lucro com produtos naturais por que eles não podem ser patenteados. Um medicamento, pra que ele seja patenteado, tem que obrigatoriamente ser uma substância que não é encontrada na natureza.

Por isso a indústria não vai ter o menor interesse em financiar pesquisas com substâncias naturais.

A partir dessa mudança na medicina tudo o que era natural e não baseado em medicamentos químicos passou a ser gradativamente considerado como algo não científico e atrasado. As práticas naturais foram perdendo força e muitos profissionais dessa área chegaram a ser perseguidos. Com o passar do tempo a medicina alopática passou a ser “A Medicina”.

Além de exercer uma influência poderosa no que é ensinado nas faculdades, a indústria bilionária começou a financiar políticos e passou a ter representantes defendendo seus interesses infiltrados no congresso e no poder executivo.

Vivemos numa sociedade em que busca-se que as necessidades humanas sejam cada vez mais mercantilizadas.

Minha pergunta é a seguinte : As autoridades de saúde têm afirmado há anos que estão à beira de uma cura para o câncer com o advento de tratamentos novos e mais eficazes. Mas se esses novos medicamentos realmente são uma forma eficaz de manter o câncer sob controle, então por que os diagnósticos de câncer estão aumentando a um ritmo sem precedentes?

 

Vanessa Bonafini

Para quem tiver interesse no livro do médico

 

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Como ser minimalista

Minimalista é algo ou alguém adepto daquilo que é simples e elementar, considerado um estilo de vida para indivíduos que buscam o mínimo possível de meios e recursos para viver. No entanto, este termo pode ter varias acepções, dependendo do contexto em que é utilizado.
O minimalismo propriamente dito surgiu de artistas como Sol LeWitt, Frank Stella, Donald Judd e Robert Smithson.
Muitas pessoas têm medo da palavra “minimalista” ou “minimalismo”. A palavra e diretamente relacionada com o fato de viver em forma espartana ou sofrem diariamente com o desconforto de não ter praticamente nada. Minimalismo, como sendo um republicano ou democrata é apenas uma ideologia geral. Ele se baseia na premissa de que ter menos coisas é melhor. E uma vez que em ideologias políticas, pode-se ir do centro para as extremidades possam ser mais fanáticos.

O fato de manter as ideologias em fogo médio é algo que você aprende com maturidade e prática. Os extremos não são bons para qualquer pensamento. Ou para a pessoa que baseia toda a sua vida no consumo viciante de bens e pede para ir à falência, para o indivíduo que escolhe viver como um eremita no campo com nada e, obviamente, ninguém. O segredo é ficar inclinada para o lado que você gosta, mas sem exagero, dando apenas os passos que fazem você se sentir bem e não esta ou aquela ideologia.

Ser minimalista, não significa morar em uma kitnet com poucos móveis e não ter aparelhos eletrônicos. Também não é livrar-se de todas as roupas ou não ter mais prazer algum fazendo compras. Essa é uma visão extrema!

Para ser minimalista não existe regra. Até porque, cabe a cada um saber o que é importante para si mesmo. Esta mudança está diretamente ligada ao que cada um entende como felicidade. O problema está no significado real que essas coisas tem nas nossas vidas e no sacrifício que as vezes fazemos para possuí-las sem perceber o quanto elas arruinam nosso bem-estar, nossos relacionamentos e até mesmo nossa saúde.

O autoconhecimento é fundamental nas mais diferentes esferas da vida, pois com ele você consegue reconhecer no que ainda pode melhorar e como fazer isso.

Tratado-se de minimalismo, você deve enxergar para si mesmo e pensar no que faz você querer comprar mais do que o essencial. Você está passando por dificuldades e o ato de comprar ajuda a amenizar?  Você sente ansiedade e acaba comprando por impulso? Enfim, faça um questionamento profundo para reconhecer a raiz do problema.

Uma questão interessante é você pensar no minimalismo não só no que você compra. Por exemplo, você frequentemente come mais do que necessário, pela gula mesmo? Tem pessoas que não te fazem bem, mas você continua mantendo relação próxima?

Assim você vai conseguir dar foco e energia no que realmente vale a pena.

Mude seus hábitos

Segundo a neurociência, um novo hábito é começar a fazer algo que antes não fazia até criar costume e fazer de forma automática. Porém, não é de um dia para o outro que você se adapta a nova rotina, cada hábito leva um tempo para ser criado e esse tempo varia muito de pessoa para pessoa e da complexidade do objetivo.

O psicólogo Jeremy Dean também achou. Autor do livro Making Habits, Breaking Habits: Why We Do Things, Why We Don’t, and How to Make Any Change Stick, sobre como o cérebro funciona quando precisa automatizar escolhas, criando hábitos, e o quão difícil é se livrar de hábitos antigos e substituí-los pelos novos, ele fala sobre alguns estudos que dão embasamento científico real pra um possível número de dias necessário pra se formar um hábito.

De acordo com os estudos mencionados por Dean no livro, leva em média 66 dias para que alguém adquira um novo hábito, ou seja, comece a fazer algo que antes não era costume de maneira automática. Mas esse número é uma média e ele variou bastante de indivíduo para indivíduo e, claro, dependendo do hábitos.

Desfrute uma vida mais leve

Quando você começa a inserir o minimalismo na sua vida, logo você percebe que todo aquele consumo excessivo não iria lhe trazer felicidade. Pelo contrário, esse consumo era um impeditivo, pois você estava deixando de investir em experiências que iriam lhe trazer mais felicidade. Na realidade, você só estava adquirindo itens que você julgava essenciais, mas que não eram.

Muitas pessoas veem o minimalismo como um estilo de vida de sacrifícios, de frustrações, de falta, de escassez. Mas quando se adota essa concepção diante da vida, elas percebem que é possível viver com mais: mais tempo, mais dinheiro, mais alegrias, mais leveza, mais espaço, ou seja, vivendo na abundância do que realmente importa.

Ao adotar o minimalismo, você começa a dar mais importância para a qualidade das coisas que o cercam, do seu convívio, do que para a quantidade de itens que você possui. E mudar essa mentalidade trará reflexos em vários aspectos da sua vida, principalmente no financeiro.

Com o minimalismo você percebe que não são as coisas que você possui que lhe transformarão ou ficarão guardadas na sua memória, mas sim as experiências que você vivencia ao longo da sua jornada.

Portanto, descubra o estilo de vida minimalista e veja a vida com outros olhos, aproveitando todos os benefícios do minimalismo em todos os aspectos do seu cotidiano.

 

Vanessa Bonafini