VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO – UM TEXTO PRA REFLETIR.

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Não sei se você já se perguntou o que tem feito com a própria vida. Se tem lutado pelos seus sonhos e defendido as suas ideias e valores mais preciosos com gana de herói. Se as suas escolhas realmente têm refletido quem você verdadeiramente é, o que quer, o que pensa, no que acredita, aonde quer chegar. Se tem motivos para se sentir feliz e realizado, se faria tudo de novo, se gostaria de voltar no tempo e fazer diferente… Não sei.

É fim de ano e, de repente, a gente começa a pensar naquelas coisas que geralmente não pensa, consegue entender? É como se a gente fosse levando, levando, levando e, quando se dá conta, o tempo passou tão rápido que mal pudemos perceber. E aí, será que nessa levada louca não esquecemos coisas importantes pelo caminho?

Dizem que as coisas mais lindas e verdadeiras são também as mais simples. Uma palavra de fé, esperança e incentivo na hora da dor, da dúvida ou do medo. Um abraço apertado que acalenta, liberta e conforta. Olhos que te olham, que te enxergam, que te dizem sim. Alguém que simplesmente se importa. A presença mesmo na ausência. A sensação de que você está em casa, simplesmente em casa, seja lá onde realmente você estiver.

A vida é labirinto, já reparou? Um caminho cheio de curvas, barrancos, estacas, derrapadas. Uma estrada cheia de setas malucas que apontam para aqui e para ali. Um espaço sagrado de tentativa e erro, tentativa e acerto, tentativa e erro de novo, tentativa e acerto de novo. Aprendizados. Recomeços. Buscas internas. Escolhas. Renúncias. Paciência. Perdão.

Nesse caminhar às vezes tão solitário, nessa trajetória tão única e particular, vale a pena se perguntar o quanto valeu a pena. O quanto tem valido a pena. E olhar para o lado. Abrir a janela. Aprender com o outro. Sonhar com o outro. Sorrir para o outro. Celebrar pelo outro. Sentir compaixão. Viver com-paixão. E agradecer.

Agradecer pelo bom e pelo ruim. Pelos sins e pelos nãos. Por todas as suas vitórias. Pelas vezes em que você fracassou. Pelas pessoas que, com tanta sabedoria e generosidade, o Universo colocou no seu caminho só para que você pudesse crescer, aprender e evoluir. Com elas. Por elas. Apesar delas.

Pelas pedras no caminho. Pelos momentos de dor e pesar. Pelos pequenos grandes milagres. Por todas as vezes em que você fez alguém sorrir. Por todas as vezes em que você estendeu a mão, espalhou esperança e amor, foi de verdade, foi de corpo, alma e coração. Foi simplesmente você.

Gratidão. E é essa a palavra que, todos os dias, nos faz recordar o real sentido da vida: saber que, apesar dos pesares, das escolhas, das renúncias, dos erros, dos acertos, dos tropeços e das pequenas vitórias e derrotas de cada dia, você não está sozinho.

Sim. É certo que a escolha é sua. Que a vida é sua. Que da sua trajetória, quem sabe é você. Mas é sempre bom ouvir um “conte comigo”, não é mesmo?

Porque você não está sozinho. Porque existe quem realmente se importa. Quem realmente te ama. Quem realmente está pra você e com você. Hoje. Agora. Sempre.

Não sei se você já se perguntou o que tem feito com a própria vida, mas, se quer um conselho: chegou a hora.

A vida passa rápido demais. No final de tudo, você certamente vai se perguntar se esteve para o outro, se fez a diferença na vida do outro, se estava ali com presença efetiva, coração aberto, compaixão. No final de tudo, você certamente vai se perguntar se viveu, se amou, se foi importante no mundo de alguém.

Não deixe a dádiva de viver para um final que você nem sabe quando será. Recomece agora. Faça o que tiver que fazer agora. E, e for pra pedir ajuda, peça. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, muito pelo contrário. O mundo carece de gente que reconhece o valor da humildade e abraça a vulnerabilidade sem medo do que os outros vão pensar ou falar a respeito. Seja humilde. Não precisa carregar o peso do mundo nas costas. Aprenda a dividir também.

Vai lá. Faça valer a pena.

Estamos todos num mesmo barco.

Rema.

Nada mais triste do que passar pela vida e não viver.

TRATANDO BEM QUEM TE TRATA MAL

Não somos perfeitos, porém às vezes vivemos como se fôssemos. Não somos aceitos pelos outros , às vezes, porém vivemos como se tivéssemos que ser. Aí residem nossas angústias. Muitas vezes queremos que tudo na nossa vida esteja bem, queremos que todas as pessoas gostem de nós, mas esquecemos que as pessoas são diferentes, tem formações diferentes, estilos, gostos, problemas, funções e disfunções que muitos de nós desconhecemos. O ser humano é, na verdade, um corpo habitado por um mundo de gente.

Outro dia, um amigo sofria muito porque percebeu que um colega o detestava. Ele entrou em crise e passou a viver este pesadelo em sua cabeça. Refletia à todo o momento qual era o motivo que o outro não gostava dele, sendo que era uma pessoa tão querida por todos. Nunca teve, na vida, alguém que ele não se relacionasse bem. Então, por isso sofria. Ele tentou conversar, aproximar, para descobrir o que ele tinha feito ao outro. Ele mesmo estava disposto à fazer qualquer coisa para acabar com aquela indisposição. Pediria perdão, seja o que fosse. Porém, isto não foi o suficiente. Quanto mais ele aproximava, mais mal tratado ele era. Sentava-se para conversar, o colega levantava e saia na maior grosseria. Neste momento, a revolta começou a lhe tomar o espírito. O sentimento passou a ser de revanche. Um dia, ele foi muito mal tratado e resolveu revidar na mesma moeda. Quando já se preparava para agir, ele parou e pensou : “mas o que mesmo eu estou fazendo comigo ?” . “Ele é grosseiro de natureza, eu não.” “Se eu agir como ele, ele está definindo minhas atitudes”. “Quem controla minha atitudes sou eu, eu sou educado de natureza”. ”Não vou deixar ele ditar minha conduta”. E ele o respondeu com um tratamento zeloso e respeitoso.

Estes pensamentos passaram como um raio na mente de meu amigo, porém, com tal profundidade, ele descobriu a grande arte de conviver com pessoas. Não são elas que ditam nossos comportamentos, somos nós, se o quisermos. Se eu reajo como o outro quer, ele está definindo meu comportamento. Se alguém me trata mal e eu faço o mesmo, foi o outro que me dominou e definiu meu comportamento. Ora, nunca acabamos com o tratar mal se tratarmos mal, se não pelo tratar bem. Quando você reage tratando bem, você neste momento está dizendo muitas coisas ao outro. Coisas como : quem manda em mim sou eu, quero lhe mostrar uma forma melhor de tratar os outros, aprenda comigo, sua grosseira vai morrer em você, etc.

Os motivos que levam uma pessoa tratar mal gratuitamente o outro são tão numerosos que seria impossível citá-los, no entanto, ciúmes, invejas, experiências passadas, desordem psicológica, medo, entre outros são muito comuns.

Quando alguém aparecer em sua vida lhe tratando mal gratuitamente, lembre-se : esta pessoa está te ajudando a ter domínio sobre você mesmo. Ora, então temos que agradecê-la ! Podemos agradecê-la tratando-a bem ! O mal nunca termina pelo mal, mas pelo bem.

Fica Dica !!!

O poder da comida na prevenção do câncer: Alimentação saudável é capaz de driblar a doença?

Um dos pilares para a prevenção do câncer, de acordo com o Ministério da Saúde, é a alimentação saudável.

A cada ano, cerca de 8,8 milhões de pessoas morrem de câncer. A doença é responsável por uma em cada seis mortes no mundo.

O número de pessoas que desenvolvem tumores malignos também cresce a cada ano: cerca de 14 milhões têm câncer, e esse número deve subir para mais de 21 milhões até 2030, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Um dos principais agravantes, segundo a OMS, é que muitas vezes a doença é diagnosticada tarde. Quanto mais avançado o estágio do câncer estiver, mais difícil é o tratamento.

Existem, no entanto, fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer — e comportamentos que podem prevenir a doença. “O câncer é multifatorial, ou seja, ele não se desenvolve por apenas um motivo”, explica a nutricionista do Instituto do Câncer do Estados de São Paulo (Icesp), Eloisa Massaine Moulatle.

O crescimento descontrolado de células anormais, que caracteriza o câncer, está relacionado a sedentarismo, tabagismo, genética, estresse, poluição, má alimentação, entre outros fatores.

Contudo, um dos pilares para a sua prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, é bem conhecido pelos brasileiros — mas um pouco rejeitado no dia a dia. Trata-se da alimentação e do estilo de vida saudáveis.

Alimentos in natura, com menor processamento possível, exercícios e hábitos saudáveis são a chave para a saúde e longevidade. “Não dá pra dizer que existe um alimento milagroso, que ele vai combater e matar as células cancerígenas, mas existem alimentos que promovem a renovação celular, têm vitaminas e minerais e são antioxidantes”, explica Moulatle.

A recomendação do Ministério da Saúde é consumir, no mínimo, cinco porções por dia de frutas, legumes e verduras. Na outra ponta, é preciso diminuir o consumo de carne vermelha (comer apenas uma ou duas vezes por semana) e banir os embutidos e carnes processadas, como linguiça, bacon, presunto, entre outros.

Em 2015, a OMS classificou as carnes processadas como produtos carcinogênicos, ou seja, que causam câncer, e as carnes vermelhas como produtos “provavelmente carcinogênicos”.

Segundo o documento, 50 gramas de carne processada por dia, o equivalente a duas fatias de bacon, aumentam a chance de desenvolver câncer colorretal em 18%.

Isso não quer dizer que você está comprometendo sua saúde a cada vez que se delicia com um pedaço de bacon crocante. Como a nutricionista do Instituto do Câncer de São Paulo explica, não vai ser apenas um fator que resultará em câncer. “O ideal é não comer. Mas, se você gosta muito, tente diminuir a quantidade por semana e depois por mês”, pondera Moulatle.

Outros hábitos de risco são: tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, inalação de ar poluído, obesidade e sedentarismo. “A atividade física não é só importante para o controle do peso, mas ela também ajuda na renovação celular e melhora o metabolismo. Ainda, já é provado que obesidade está relacionada a diversos tipos de câncer, como o de mama, do fígado, da tireóide, entre outros.”

‘Superalimentos’

Como já falamos, não existem alimentos milagrosos, muito menos uma dieta que dará 100% de certeza de que você não terá câncer em toda a vida. Porém, existem “superalimentos” que podem ajudar na prevenção da doença.

O aumento do consumo destes alimentos “reduz significativamente as chances de células cancerígenas de se desenvolverem em órgãos como esôfago, cólon, mama, ovário, rins, laringe, entre outros”, esclareceu um artigo publicado no HuffPost americano.

Antes de consumi-los, contudo, é imprescindível fazer um acompanhamento nutricional para saber quais as reais necessidades do seu corpo.

Conheça alguns destes alimentos:

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Brócolis, aspargos, couve-flor e outros vegetais crucíferos são considerados “superalimentos” por serem ricos em sulforafano, uma propriedade anti-cancerígena.

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Alimentos ricos em vitamina D, como shitake, shimeji e outros cogumelos, batata doce, semente de girassol, entre outros, ajudam na prevenção do câncer. A vitamina D é essencial para a saúde do cérebro e de todo o corpo.

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A wheatgrass (ou grama de trigo) é considerada uma erva medicinal desintoxicante. Segundo o artigo, o chá ajuda a melhorar a produção dos glóbulos vermelhos e neutralizar toxinas do corpo.

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A salsa ou salsinha tem quercetina, um flavonóide com muitas propriedades benéficas para a saúde. Ele tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-virais e anticancerígenas, e combate o dano dos radicais livres.

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Gengibre é um poderoso antiinflamatório e têm propriedades anticancerígenas.

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Mel é um “superalimento” da mãe natureza e das abelhas: além de antibactericida e antiinflamatório, o uso da meloterapia pode diminuir a proliferação de células tumorais.

Dicas

Veja abaixo mais dicas sobre atitudes e novos hábitos para cultivar se você quer ter uma vida mais saudável e prevenir doenças.

Os princípios de uma vida feliz

vida feliz

Em todo o mundo estamos vivendo dias de desconforto e desencontro. As pessoas já não confiam mais umas nas outras. Andam perdidas em seus próprios interesses. Para muitos a coletividade se resume apenas à sua prole. Não existem mais utopias. O cotidiano da vida é só tormento, medo e dor. A raiva reina absoluta.

Estamos ficando privados de solidariedade, dificultando as relações sinceras. Estamos nos alimentando de medo, em vez de nos alimentarmos de esperança. A esperança de dias melhores não existe mais. O importante é viver o momento. Estes desatinos perpassam nossas vidas e marcam para sempre as futuras gerações

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É preciso mudar de rumo. Mas que rumo seguir? O caminho parece ser aquele anunciado por Jesus: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Amor-doação. Amor total. Amor sublime. Amor que não é egoísta. O amor transforma. Somente o homem que ama poderá ver a face de Deus! Essa é uma verdade que vale para todos, crentes e não crentes.

O desafio de amar “uns aos outros” não é somente dos cristãos, é de todos. O homem contemporâneo precisa agir para além do seu umbigo. Precisa aprender que a pluralidade é sinal de inteligência. Que o outro, que o diferente, não o diminui. Pelo contrário, o ajuda a ser melhor. Mas para que isso aconteça é preciso ter humildade. Ah! Como precisamos ser humildes!

Vale ressaltar que temos conosco um instrumento que pode nos alavancar saídas mais consistentes, a inteligência.Somos pessoas altamente inteligentes e como tal não podemos desprezar os outros pela cor da pele, pela religião, pela orientação sexual ou por sua condição social. Precisamos aprender a ciência do respeito mútuo. Só assim seremos salvos!

O ser humano precisa reeducar-se para o outro. Ou seja, ele precisa aprender a respeitar o outro pela sua essência e não pelos seus atributos. Atualmente verifica-se que muitas pessoas só se relacionam ou só respeitam o outro pela posição que ele ocupa ou o cargo que ele exerce; quando não, pela roupa que veste, o carro que dirige, os títulos que possui.

Somente o homem ético poderá olhar para o outro e entendê-lo como ele é, portanto, digno de todo o respeito e toda admiração.

O homem ético é capaz de realizar grandes coisas, principalmente amar sem ser amado. A ética eleva a categoria humana. O homem ético é merecedor de nossa total confiança. Assim, a vida sem ética é uma vida sem sentido, vazia!

Por fim, e não menos importante, cabe lembrar que a formação da consciência crítica, o cuidado com o bem público, a ética nas relações pessoais e profissionais, o respeito pelas diferenças e o amor ao próximo, são os princípios de uma vida feliz, realizada e plena. Acredito, ainda, que a inserção compromissada na vida social e política do país também pode ser um excelente indicativo!

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O que de Verdade Importa

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Como lidar com um filme que terá todo o seu lucro revertido para instituições especializadas em crianças com câncer?

Alec Bailey é um engenheiro frustrado que vive em Londres. Ele trabalha consertando eletrodomésticos, mas o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Tudo muda quando um tio distante aparece em sua vida com uma proposta irrecusável: pagar todas as dívidas e despesas de Alec desde que ele se mude para Nova Escócia, no Canadá, por um ano. Sem muitas alternativas, o jovem aceita o acordo e inicia uma nova fase de sua vida, agora em um novo país, podendo recomeçar do zero.

Ajudar crianças com cancro foi a missão abraçada pelo realizador de cinema Paco Arango há 17 anos, quando entrou como voluntário num hospital pediátrico em Espanha e de onde nunca mais saiu.
Ajudar crianças com cancro é a missão do realizador Paco Arango há 17 anos

Paco Arango queria dedicar parte do seu tempo a um projeto de voluntariado para devolver a sorte que teve na vida e, por sugestão de um amigo, começou a fazer voluntariado com crianças com cancro num hospital pediátrico em Espanha em 2001.

“Entrei pela porta e nunca mais saí”, contou hoje aos jornalistas durante uma visita ao serviço de pediatria do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Em 2005, criou a Fundação Aladina para melhorar as condições de crianças e adolescentes com cancro e apoiar suas famílias e, em 2001, estreou-se como realizador de cinema com o filme “Maktub” e destinou o primeiro meio milhão de euros das receitas para a melhoria do hospital pediátrico oncológico Menino Jesus em Espanha.

Desde então nunca mais parou. Hoje está em Portugal para apresentar o filme solidário “O que de verdade importa”, cujas receitas vão reverter na totalidade revertendo para o IPO de Lisboa para apoiar as obras já em curso da nova Unidade de Transplante de Medula, orçadas num milhão de euros.

Durante a visita ao IPO, Paco Arango falou com algumas crianças internadas a quem arrancou sorrisos com alguns truques de magia e a quem deu palavras de ânimo, coragem e alegria e falou do filme que já ajudou milhares de vítimas de cancro nos vários países onde foi exibido.

“O IPO Lisboa é um hospital onde se está muito bem e com o filme ‘O que de verdade importa’, que estreia no dia 13 de setembro em Portugal, nunca foi tão fácil ajudar”, disse o realizador, sublinhando que um hospital está “cheio de problemas”, mas também cheio de amor. “É um sítio incrivelmente feliz”.

O realizador, nascido no México, mas a viver há muitos anos em Espanha, explicou que “todo o dinheiro do filme vai para uma criança portuguesa com cancro” e que essa é a razão porque está em Portugal.

“A vida é um presente e há que retribuir. Todos temos a responsabilidade de tentar deixar este mundo um bocadinho melhor do que o encontrámos e é isso que eu faço com o meu filme”, que narra uma história que celebra a vida numa mistura de comédia, dramatismo e realismo mágico.

O filme já foi exibido na Costa Rica, Brasil, Espanha, México, Colômbia, El Salvador, Panamá, Guatemala, Peru e Chile, onde foi visto por mais de 3,5 milhões de pessoas, tendo angariado no total quatro milhões de euros que foram doados pelo realizador a centros de oncologia.

“Agora, graças ao grupo de comunicações e entretenimento NOS chega Portugal, porque as crianças portuguesas são tão importantes como qualquer outra. Não há nacionalidades quando se fala de crianças com cancro, frisou.

Paco Arango disse compreender que para muitos portugueses “ver uma criança com cancro é muito doloroso”, preferindo não ver. “Mas têm que ver, porque junto podemos fazer muito bem e eu venho explicar isto”.

Em declarações à agência Lusa o fundador e diretor da Unidade de Transplante de Medula, Manuel Abecasis, salientou a importância deste contributo para o novo centro de transplante de medula.

“Esta ajuda é muitíssimo bem-vinda, porque temos garantidas verbas para a construção física do espaço, mas não temos ainda garantidas verbas para todo o equipamento necessário para pôr o serviço a funcionar regularmente”, disse Manuel Abecasis.

Por isso, salientou o médico, “este contributo vai ser de enorme importância para conseguirmos atingir esse objetivo”.

Para Manuel Abecasis, exemplos como este de ajuda são como “a semente boa caída na terra que deve fortificar” e que devem ser seguidos por muita gente. “No nosso país seguramente que haverá outras fundações e mecenas que sensibilizados para esta causa podem vir a ajudar de uma forma significativa”, salientou.

 

Outubro Rosa destaca importância da conscientização sobre câncer de mama.

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Outubro é o mês de conscientização de uma das doenças mais perigosas para as mulheres: o câncer de mama. Silenciosa e muitas vezes fatal, essa doença tem grandes chances de cura caso seja diagnosticada logo no início. Para chamar a atenção sobre o problema, é realizado anualmente o Outubro Rosa, movimento que ocorre internacionalmente durante todo o mês de outubro. O objetivo principal é ressaltar a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O Mulheres Bem Resolvidas apoia a campanha, por isso hoje eu trouxe um texto especial sobre o Outubro Rosa e informações sobre o câncer de mama. Vamos lá?

 

  • O que é o Outubro Rosa?
  • O que é o câncer de mama
  • Causas do câncer de mama
  • Sintomas
  • Diagnóstico
  • Tratamento
  • Como prevenir
  • Previna-se

O que é o Outubro Rosa?

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Essa campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e tem como símbolo o laço cor de rosa.

O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, e desde então, é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yubae Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares do mundo.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

O que é o câncer de mama

O câncer de mama é resultado de uma multiplicação de células anormais na mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.  Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura. Se descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca),o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. É o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. A estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens.

Outubro é o mês de conscientização de uma das doenças mais perigosas para as mulheres: o câncer de mama. Silenciosa e muitas vezes fatal, essa doença tem grandes chances de cura caso seja diagnosticada logo no início. Para chamar a atenção sobre o problema, é realizado anualmente o Outubro Rosa, movimento que ocorre internacionalmente durante todo o mês de outubro. O objetivo principal é ressaltar a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O Mulheres Bem Resolvidas apoia a campanha, por isso hoje eu trouxe um texto especial sobre o Outubro Rosa e informações sobre o câncer de mama. Vamos lá?

 

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

O que é o câncer de mama

O câncer de mama é resultado de uma multiplicação de células anormais na mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.  Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura. Se descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca),o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. É o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. A estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens.

A cura tem início quando o paciente se ama e passa a amar o próximo. É um processo profundo de integração da pessoa nos programas superiores da vida.

Causas do Câncer de Mama

Não há uma causa única para o desenvolvimento da doença, porém há alguns fatores de risco que estão relacionados ao aparecimento do câncer de mama. O risco de desenvolver a doença aumenta com a idade, sendo maior a partir dos 50 anos. Veja quais os outros fatores:

Comportamentais/ambientais

  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa.
  • Sedentarismo (não fazer exercícios).
  • Consumo de bebida alcoólica.
  • Exposição frequente à radiações ionizantes (raios X, mamografia e tomografia).

História reprodutiva/hormonais

  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos.
  • Não ter tido filhos.
  • Primeira gravidez após os 30 anos.
  • Não ter amamentado.
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos.
  • Ter feito uso de anticoncepcionais orais por tempo prolongado.
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.

Hereditários/genéticos

  • História familiar de: câncer de ovário;câncer de mama em homens; câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos;
  • Alterações genéticas herdadas na família, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

Sintomas

As mulheres devem ficar atentas às mudanças em seu corpo, que podem indicar a presença do câncer de mama. Os principais sinais e sintomas da doença são:

  • caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • alterações no bico do peito (mamilo);
  • pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • saída espontânea de líquido dos mamilos.

As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

A importância do autoexame

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica.

A orientação atual é que a mulher faça a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano). Segundo o Inca, não há técnica específica para a autopalpação e deve se valorizar a descoberta casual de pequenas alterações mamárias durante o toque.

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Diagnóstico

A mamografia é um exame radiológico para avaliação das mamas, feita com um aparelho de raio-X chamado mamógrafo. Pode identificar lesões benignas e cânceres que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Esse exame é usado para detecção precoce do câncer de mama antes mesmo de ser identificado clinicamente por meio da palpação.

Além da mamografia, outros exames serão solicitados caso o médico ache necessário, como no caso do ultrassom e da ressonância. Esses exames não substituem a mamografia, apenas auxiliam na descoberta da doença. Uma vez confirmado o câncer, serão necessários exames para ver a progressão da doença no corpo.

Nesse caso serão pedidos exames de sangue, raio-X de tórax, ultrassom de abdome e cintilografia óssea, entre outras específicas para cada caso e a critério médico.

Quem deve fazer mamografia?

É recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos. A mamografia para avaliar uma alteração suspeita na mama é chamada de mamografia diagnóstica e poderá ser feita em qualquer idade. Alterações suspeitas também podem ser avaliadas pelo exame clínico das mamas, que é a observação e palpação das mamas por médico ou enfermeiro.

O Sistema Único de Saúde (SUS) garante a oferta gratuita do exame de mamografia para as mulheres brasileiras em todas as faixas etárias. A recomendação, por parte dos médicos, é que a avaliação seja feita antes dos 35 anos somente em casos específicos.

Tratamento

O tratamento do câncer de mama depende da extensão da doença (estadiamento), assim como das características do tumor. Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem maior potencial curativo. Quando há evidências de metástases (doença a distância), o tratamento tem por objetivos principais prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.

As modalidades de tratamento do câncer de mama podem ser divididas em:

– Tratamento local: cirurgia e radioterapia (além de reconstrução mamária);

– Tratamento sistêmico: quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.

Como prevenir

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis. Veja quais são eles:

  • Varie a alimentação ao máximo. Frutas, legumes, verduras e leguminosas, como grão-de-bico, lentilha e feijão branco, são alimentos de origem vegetal que ajudam a prevenir o câncer de mama. Além de inibir a chegada de compostos cancerígenos às células, tais alimentos têm o poder de consertar o DNA danificado quando a agressão já estiver iniciada ou de pelo menos interromper a multiplicação desordenada, caso o conserto não seja possível;
  • Não é aconselhável que mulheres na menopausa façam reposição hormonal. Caso necessite, faça sempre sob orientação estrita de um médico;
  • Pratique uma atividade física regularmente que lhe dê prazer e saia do sedentarismo. Pessoas obesas produzem mais estrogênio, um hormônio feminino responsável pelo aparecimento do câncer de mama;
  • Evite ingerir bebida alcoólica. O consumo de álcool, por menor que seja, pode aumentar o risco de desenvolvimento do câncer. A possibilidade se torna ainda maior quando a bebida alcoólica é associada ao tabaco;
  • Um banho de sol de 10 minutos, antes das 10 horas ou após as 16 horas não faz mala ninguém. Pelo contrário. A leve exposição aumenta a produção de vitamina D, que ajuda a evitar a doença;
  • Não fume. Estudos científicos garantem que fumar, a longo prazo, aumenta o risco de incidência da doença em algumas mulheres.

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Previna-se

O Outubro Rosa chama a atenção para a importância da prevenção da doença, por isso não espere aparecer nenhum sintoma  de câncer para começar a cuidar da sua saúde e a conhecer seu próprio corpo. Tenha uma vida saudável, faça o autoexame sempre que possível e procure o médico regularmente. Como eu disse lá em cima, quando o câncer é descoberto no início, as chances de cura são muito maiores.

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Açúcar e Câncer: qual a relação entre eles?

Nunca consumimos tanto açúcar quanto hoje. As consequências nefastas desse consumo elevado são muitas, e há fortes indícios de que a isto estejam relacionadas as cinco doenças que mais matam no Ocidente – diabetes, doença cardiovascular, câncer, AVC e mal de Azheimer –, bem como as crescentes taxas de obesidade.

 

Será mesmo que o açúcar alimenta o câncer?

As células, tumorais ou não, utilizam a glicose como fonte de energia, ou seja, todas são “alimentadas” por este açúcar. A glicose é tão importante para o funcionamento do organismo que este tem uma série de estratégias para manter os níveis de açúcar no sangue (glicemia) normais.

A glicose é um nutriente obtido a partir de carboidratos encontrados em alimentos como doces, frutas, cereais, arroz, milho, farinha, macarrão, pão e em vegetais que contêm fécula como batata, mandioca ou inhame. Além dos alimentos, o organismo pode obter energia a partir de proteína, situação comum quando não há a presença de carboidratos na dieta.

Muitos pacientes evitam os carboidratos por pensarem que o açúcar promove o crescimento das células tumorais. Essa atitude é contraproducente quando o objetivo é o de manter um estado nutricional adequado e quando se está perante os efeitos secundários do câncer e dos tratamentos. A própria eliminação dos carboidratos da alimentação é geradora de estresse, o que proporciona a ativação de mecanismos que aumentam a produção de hormônios que podem elevar a glicemia e prejudicar a função imunológica.

Por que existe esse boato?

A relação entre açúcar e câncer é indireta. O consumo de grandes quantidades de alimentos ricos em açúcar pode significar uma dieta excessiva em calorias, favorecendo o aparecimento de excesso de peso/obesidade. É esse excesso de gordura que se relaciona com o aumento considerável do risco de diversos tipos de câncer.

Outro fator que pode ter contribuído, foram dados de estudos de dietas cetogênicas (dietas com menos de 20g de carboidrato por dia) em casos de tumores cerebrais. Contudo, os estudos estão em andamento e ainda não há conclusões suficientes para considerar este tipo de dietas como adequada em oncologia, até porque também apresentam desvantagens (sabor, aceitabilidade, possível perda de peso).

A alimentação do doente oncológico deve ser equilibrada, variada e completa. Além disso, a atividade física tem um importante papel na estabilização dos níveis de açúcar no sangue, devendo a sua prática e continuidade ser incentivada.

Glicose – Nossa fonte de energia!

Procurar na internet o termo “açúcar e câncer” nos leva a textos com frases como “açúcar alimenta o câncer” ou “açúcar principal comida do câncer”.

A idéia do açúcar ser o combustível das células cancerosas é uma maneira extremamente simplista de explicar uma biologia celular complexa.

Para começar temos que entender o que é realmente o açúcar.

O açúcar vem de diferentes formas. A forma molecular mais simples é a glicose e a frutose. Essas moléculas simples podem se juntar e formar as moléculas que chamamos de carboidratos. Os carboidratos são nossa principal fonte de energia.

A forma que conhecemos o açúcar, é formado por cristais de glicose e frutose. O açúcar branco que conhecemos é uma das formas mais simples dos carboidratos. Este açúcar é refinado, ou seja ele é processado de sua fonte natural. No refinamento, aditivos tornam o produto branco e delicioso. O lado ruim é que esse processo retira vitaminas e sais minerais, deixando apenas as “calorias vazias” (sem nutrientes). Alimentos não processados também podem ser ricos em açúcar como o mel.

Os polissacarídeos são compostos que possuem varias cadeias de glicose unidos. Alimentos como arroz, macarrão, pão, vegetais como batata, podem não ser doce mas são ricos em açúcar. Estes são carboidratos mais complexos.

A glicose é o combustível essencial de todas as nossas células. Se bebemos ou comermos alimentos ricos em carboidratos simples como o açúcar, este vira glicose no sangue e pode ser usado diretamente por todas as nossas células como fonte de energia. Porém se comermos carboidratos mais complexos como massa ou pão, as enzimas do nosso sistema digestivo irão quebrar esses alimentos em moléculas de glicose que irão ser absorvidas pelo sangue e usadas como fonte de energia de forma mais lenta que o açúcar.

E se pararmos de comer carboidrato?

Se não comermos carboidratos, o nosso organismo vai dar um jeito de quebrar gordura e proteína para formar glicose. Nossas células precisam de glicose para viver!

Açúcar e Câncer – As células do câncer podem se multiplicar mais rápido se usarmos uma grande quantidade de energia como açúcar?

As células do câncer para se multiplicarem precisam de muitos fatores além do açúcar, como estímulos hormonais, aminoácidos, gorduras e oxigênio. Não é só de glicose que ela precisa.

O mito do açúcar e o câncer nasceu da hipótese de se cortarmos todo o açúcar da dieta, as células do câncer parariam de crescer. Infelizmente não é tão simples. Todas as nossas células saudáveis também precisam de glicose, e não existe maneira de dizermos ao nosso corpo como enviar glicose apenas para células normais.

Seguir dietas extremamente restritivas em carboidratos pode atrapalhar nossa saúde à longo prazo. Eliminar esses alimentos pode ser prejudicial, pois eles são importantes fontes de fibras e vitaminas.

Então se o açúcar não causa câncer porque temos que nos preocupar?

Cortar o açúcar da dieta não ajuda a tratar o câncer, e o açúcar não leva diretamente ao câncer. Então, por que devemos desencorajar as pessoas a usarem o açúcar como principal fonte de energia?

Porque de forma indireta o açúcar pode aumentar o risco de câncer. Comer muito açúcar durante muito tempo pode levar ao sobrepeso. Evidências científicas mostram que o sobrepeso ou obesidade aumenta o risco de 13 tipos diferentes de câncer. A obesidade após o tabagismo é a segunda maior causa evitável de câncer.

A mensagem que devemos levar para casa é que banir o açúcar não vai impedir a replicação das células cancerosas. Porém, podemos reduzir o risco de câncer com escolhas saudáveis. Diminuir a quantidade de açúcar na dieta é um fator importante para mantermos um peso saudável durante toda nossa vida.

 

Por: Dra. Ana Carolina Nobre de Mello – médica oncologista.

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O renomado jornalista científico Gary Taubes aborda, por um lado, a história do açúcar na alimentação ­humana e, por outro, as pesquisas que apontam seus efeitos maléficos e as que até hoje o isentaram como substância nociva. Vemos como cartéis, governos, agências estatais, a academia, gerações inteiras de médicos e nutricionistas contribuíram para afastar da opinião pública a mera desconfiança de que o açúcar pudesse fazer mal. Com uma objetividade e uma clareza ímpares, o autor desvenda as implicações de seu consumo e as razões pelas quais ainda há muito que não sabemos sobre como essa substância age no nosso organismo.