American way of life

Uma das perguntas mais frequentes que recebo é, como é a vida nos Estados Unidos, o ‘American way of life’, ou o estilo de vida americano. Por questões culturais, obviamente muitas coisas são diferentes e, por isso, hoje vamos dividir algumas curiosidades!

– Americanos podem dirigir com carteira de motorista com 16 anos;

– Você pode repetir sua bebida no McDonald”s quando quiser;

– Como em outros países evoluídos, ninguém pode beber álcool na rua;

– Não há frentista no posto de gasolina;

– As praias não são tão cheias como no Brasil e não têm camelôs vendendo coisas e gritando;

– Quando o ônibus escolar para, todos os carros de todas direções são obrigados a parar também;

– Esportes são incentivados e valorizados, inclusive exigidos nas escolas;

– Chocolate Cookie é uma sobremesa básica, em todo lugar tem;

– Toda casa tem lava-louça, secadora de roupas e ar condicionado;

– CVS, Starbucks e 7 Eleven existem por toda parte;

– Ninguém bate palmas na hora do ‘Parabéns para você.

– As previsões do tempo sempre acertam;

– Virar à direita no sinal vermelho é permitido;

Outra curiosidade é que os americanos não são tão workaholics como imaginamos e, diferente de muitos lugares no Brasil, os americanos possuem uma razoável quantidade de tempo livre (dedicado à recreação). Os esportes são os principais passatempos da população – praticando ou assistindo jogos profissionais em estádios ou na televisão.

Um aspecto que também os diferencia é que a independência é considerada uma das mais importantes bases da personalidade americana e é uma das primeiras coisas aprendidas pelas crianças. O nosso jeito brasileiro de pais corujas, que sempre ficam perto dos filhos, por aqui não é muito usual. Aqui, normalmente os pais só veem os filhos na hora do jantar, pois ao longo do dia estão envolvidos com o trabalho e outras atividades.

Enfim, são várias questões culturais diferentes – algumas que até podem parecer curiosas em um primeiro momento. Cada vez mais admiro a cultura e o jeito americano de viver.

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Ser resiliente é ser autor da própria história de maneira criativa e eficaz!

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Você sabe o que é resiliência?   

Nos últimos anos, tornou-se bem comum o termo resiliência, Porém ao ouvirmos, imediatamente nos vem a questão: o que é resiliência? Ou o que significa ser resiliente?Estar resiliente é ter a capacidade de crescer, aprender, evoluir, mudar e  desenvolver-se diante das intempéries da vida, utilizando recursos internos. Sabemos que muitos problemas vêm sobre nós no decorrer de toda vida, isso é inevitável.  Mas é preciso termos ânimo e vencer os obstáculos, isso é possível.Quando digo “ter ânimo” não significa não sofrer, não estar sentindo na pele alguma dor existencial, ter ânimo implica em, ainda que estejamos tristes, desmotivados e decepcionados, é termos a certeza intrínseca, que independente de qualquer circunstância, a vida vale a pena ser vivida, e por valer a pena ser vivida, precisamos desenvolver essa capacidade pessoal de lidar com os conflitos que venham a surgir em nosso caminho.

Estar resiliente é ser autor da própria história de maneira criativa e eficaz.

É estar implicado e comprometido consigo mesmo, tendo um olhar otimista dos fatos e vislumbrando sempre uma oportunidade de crescimento e evolução pessoal, é observar as razões pelas quais as coisas acontecem e a partir disso olhar para dentro de si e perceber que é possível ter o controle da situação, tentando controlar as emoções… O estresse, a ansiedade, impulsividade… É saber ler a vida com coerência e sensibilidade, tendo uma visão apurada da realidade.

A resiliência é inata ou adquirida?

Existem pessoas muito mais resilientes que outras. Estudos realizados com irmãos gêmeos apontam comportamentos diversificados. A resiliência não é inata, é uma característica psicológica, adquirida através das experiências de vida, dos processos dinâmicos de aprendizagem, das relações de afeto, autoconhecimento, das crenças… Esses são um dos fatores que vão contribuir para um indivíduo se apresentar flexível e maduro diante da vida ou inábil e imaturo diante dos conflitos e adversidades.

Resiliência é comumente confundido com resistência

Resistência é suportar as pressões do dia-dia e suas demandas. Ser resiliente é muito mais do que resistir e suportar as pressões da vida, é estar frente ao problema e superá-lo, é transpor os obstáculos, é amadurecer e aprender com a experiência.

vale lembrar que as pessoas podem ser resilientes em alguma área da vida, mas em outras, nem tanto ou nem serem.Sendo assim, o grande salto existencial está em humildemente crescer com os próprios erros, aprender com os erros dos outros, manter-se num processo contínuo de transformação e ressignificação pessoal na certeza que os problemas que vierem a surgir, podem ser grandes oportunidades para atribuirmos significados eternos à nossa própria história e à todos os eventos e aspectos da vida.

A vida é um grande contrato de risco, saturado de aventura e imprevisibilidade. A única certeza é que não há certezas. (Augusto Cury).

Viver é melhor que sobreviver.

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Menos é mais

Todo o mundo deveria ser feliz. Não por aquilo que possui ou deixa de possuir – isso não tem nada a ver –, mas pelo simples fato de que a vida é uma dádiva e que passa muito rápido. E não se engane: quanto mais nos satisfazemos com as coisas pequenas, menos complicadas e concorridas, mais chances temos de desfrutar o melhor da vida. Experiência própria.

Estava lendo a história de um empresário muito rico, que num determinado momento da vida abandonou os negócios, fechou algumas empresas, dividiu os bens, pegou a mulher e se mudou para uma praia. Engana-se aquele que acha que ele foi morar em alguma mansão num lugar paradisíaco com tudo a seu favor. Não foi. Optou por uma casa confortável, mas numa praia pequena e isolada, sem qualquer luxo. E afirma: “Onde eu possa ouvir o barulho das ondas do mar batendo nas rochas, sendo acordado pelo som das gaivotas em vez das buzinas dos carros e das serras das construções”. Pensei: “O que leva uma pessoa a tomar uma atitude tão extrema?” Não é um homem idoso, não está doente, tem o dinheiro que quiser para gastar, uma família construída, é considerado um grande empreendedor. Mas nada disso foi suficiente para mantê-lo num status de luxo. E, diante de uma argumentação como a minha, o homem foi o mais objetivo possível ao revelar: “Simplesmente, cansei de complicar a vida. Ela está passando”.

Fiquei analisando e cheguei à conclusão de que a atitude ousada daquele grande homem de negócios é a medida certa da felicidade. Porque até para ser simples hoje em dia anda difícil. São tantas informações e abusos de consumismo que atordoam qualquer ser humano. As pessoas têm uma necessidade absurda de se mostrarem bem-sucedidas, ricas, lindas e realizadas. Admiro quem chega a um ponto da vida em que a atenção e o amor da família, o prazer de estar junto, a convivência com amigos verdadeiros, a mesa farta, um cachorro fiel e um jardim para cuidar causam a sensação de vida realizada.

Conquistar grandes coisas na vida não é errado, claro que não. Mas fazer disso uma meta e ir atrás, custe o que custar, com certeza trará consequências. A escolha por um estilo de vida menos complicado e mais simples, por uma qualidade de vida que fuja aos padrões impostos, depende da nossa consciência e de opções por outros valores. E que certamente vão na contramão do dinheiro, do luxo, da ganância, do exibicionismo, do consumismo.

Não sou exemplo de nada, mas já tem alguns anos que me enquadrei nesse padrão de vida e admito que muitas coisas mudaram para melhor. Não se importar com modismos é a primeira coisa que a faz uma pessoa mais leve. Como um telefone celular, por exemplo. Desde que ele funcione, está ótimo para mim. Não preciso mais do que isso para me comunicar. Em contrapartida, vejo a necessidade das pessoas exibirem os celulares tão sofisticados e caros que se assemelham a microcomputadores. E a dificuldade para pagá-los! Essa avalanche de informações de que somos alvo diariamente nos torna reféns desse consumismo doentio. Essa corrida disparada pelo melhor e mais caro é totalmente desnecessária. A felicidade não está nisso. O desapego torna a vida menos elaborada, menos comprometida, menos pesada e, consequentemente, menos triste.

A gente pode ser feliz com menos: menos requinte, menos exibição, menos grifes, menos satisfação, menos regras, menos concorrência, menos aborrecimentos, menos desperdício, menos exageros, menos tudo. Isso independe de ter ou não dinheiro. E a gente pode ser feliz com mais: mais qualidade de vida, mais família reunida, mais sono, mais saúde, mais simplicidade, mais aconchego, mais atitudes generosas, mais companheirismo, mais leveza, mais paciência. Não se trata de pão-durismo, mas de mudança de valores, como aquela que o empresário bem-sucedido teve.

Escolher ter uma vida mais simples requer ousadia. Afinal, é ir na contramão de uma sociedade contemporânea e de tudo que ela sugere. Trata-se de um processo que pode começar aos poucos. A gente se reinventa e começa a observar coisas tão mais significativas no dia a dia. Ter uma vida simples não tem nada a ver com perdas. Creio que tenha a ver com ganhos e certamente é a atitude mais corajosa que uma pessoa possa ter.

Preguiça de discutir

“Mudei porque, entre ter razão e ser feliz, prefiro a segunda opção. Quero viver bem, sem me estressar por conta de um comentário infeliz feito por uma pessoa infeliz. Passados cinco minutos, nem me lembrava mais. E pensar que um dia eu tinha a resposta na ponta da língua a tudo e a todos. Como mudamos…”

Nestes dias turbulentos, quando a maioria das pessoas parece estar com os ânimos exaltados por conta dos últimos episódios da política brasileira, fui agredida num post da rede social por conta de uma frase em que eu fazia uma analogia entre um dito popular e o atual momento socioeconômico do País. Não citei nomes, não ofendi ninguém, não comecei briga e muito menos destilei ódio. Mas um pequeno post bastou para uma pessoa me ofender. Tive muita vontade de responder, mas não o fiz. Por quê? Preguiça. Muita preguiça: de responder, dar atenção, debater, explicar e comprar briga. Ultimamente ando assim: pequenas causas se transformam em grandes esforços, principalmente quando chego em casa morta de cansaço, sem a menor disposição para discutir e responder o post de um tolo qualquer que se coloca acima do bem e do mal para julgar e ofender.

Tenho observado que, à medida que o tempo vai passando, tenho ficado com preguiça de sofrer por causa de coisas pequenas, de gente chata e raivosa que transforma um pingo d’água num oceano de problemas. A propósito, nem convivência estou me permitindo, porque tudo o que mais quero é gente positiva do meu lado. Eu poderia ter dado espaço para um bate-boca virtual sem fim com aquela pessoa tão mal resolvida. Mas, volto a escrever: que preguiça! E tem sido assim na reunião de condomínio, no trânsito, no caixa do supermercado, no restaurante, na loja, no meu dia a dia. Não estou disposta a rebater respostas grosseiras, a reclamar da falta de treinamento, a enfrentar estopim curto, a aguentar falta de educação, a suportar pessoa mal-humorada. Fiz essa opção. Não dou importância para as coisas rotineiras que insistem em tirar a minha paz.

Nesta era digital a gente percebe que, em vez de falar mais que a boca, as pessoas estão teclando mais que os dedos, e as ofensas correm soltas, o veneno nas palavras reflete a ira e a falta de respeito. Se o ponto de vista diverge, é o que basta para uma sucessão de indiretas e grosserias. E a falta de paciência está instalada, gerando amizades desfeitas, mal-entendidos, mágoas que duram um tempão. As pessoas brigam na internet por coisa pouca, quando a vida é muito mais do que isso.

Não se importar, ignorar e relevar é um exercício diário. Ninguém consegue isso do dia para a noite. É necessário ter domínio próprio e focar naquilo que realmente vale a pena. Mudei porque, entre ter razão e ser feliz, prefiro a segunda opção. Quero viver bem, sem me estressar por conta de um comentário infeliz feito por uma pessoa infeliz. Passados cinco minutos, nem me lembrava mais. E pensar que um dia eu tinha a resposta na ponta da língua a tudo e a todos. Como mudamos… Pena que descobrimos a arte de calar e de ignorar muito tarde, com certeza eu teria evitado desavenças e dores de cabeça. Uma última dica: se o assunto persiste e não edifica, há duas maneiras simples: bloquear e sair de perto. A gente só passa raiva se quiser.

A vida é um caminho de aprimoramento constante.

Já dizia Saramago: A vida é breve, mas cabe nela muito mais do que somos capazes de viver.

Allan Kardec dizia que o espírito deve adotar uma postura diante da vida que lhe permita otimizar o conhecimento extraído de cada situação a ser ingerida. Isso é evolução.

Essa atitude é chamada de autoatualização permanente: exercício contínuo de leitura que o homem faz de si mesmo, dos outros, do mundo, da vida. Espécie de autoanálise promotora do crescimento pessoal. Ou seja, como dizia o mestre francês: “nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

O sol refulgia no céu límpido e azul, a água cintilava sob os seus raios, as árvores pareciam mais verdes e as flores mais alegres à sua benéfica influência. A água murmurejava com um ruído agradável; as árvores farfalhavam à leve brisa que lhes agitava as folhas; os pássaros cantavam nos ramos. Era manhã – uma clara e balsâmica manhã estival; a menor das folhas, o mais diminuto dos talos de grama palpitava de vida. A formiga saía para seu labor cotidiano; a borboleta, revoluteando, aquecia-se aos cálidos raios do sol; miríades de insetos estiravam as asas transparentes e gozavam a breve, posto que feliz existência. O homem caminhava, enlevado pela cena, e tudo era brilho e esplendor”.

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Como qualquer paisagem idílica, o tempo “evapora” com pressa.

Realmente, o viver é breve. Já dizia Clarice Lispector: “A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade”.

Com o passar do tempo, sentimos que devemos extrair da vida o potencial de aprendizado de cada situação vivida. Muitas vezes, queremos sentir o desejo do eterno em nossas vivências. Queremos que o momento presente se prolongue. A eternidade é um dos desejos mais profundos do ser humano.

Todos nós queremos ser eternos. A maioria das religiões prometem a Vida eterna. E, muitas vezes, nos iludimos com essa perspectiva de eternidade.

Eternizar o momento é ter a consciência de que o futuro pode ser uma grande ilusão.

Aprendemos a partir disso que devemos viver o presente. Ou seja, carpe diem.

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Devemos ver as dádivas do presente: os “milagres” do cotidiano. Devemos sentir a graça e a leveza ou mesmo os desafios e os percalços da nossa vida. Por trás de tudo, há uma beleza e um aprendizado. Tudo tem um significado.

Os “acasos maravilhosos de nossas vidas”, como situações inesperadas, são relâmpagos que clareiam nossos horizontes de escuridão.

A brevidade de nossa existência e a nossa fragilidade diante do que chamamos de acaso deve servir como alarme.

O acaso é uma alternativa para tentar explicar situações que desconhecemos. Acontece independentemente de nosso querer, desejo e vontade.

Não há razões ou “conexões lógicas”. O acaso se assemelha ao acidente e as contingências.

O acaso não é somente a negação de um determinismo ou de uma explicação racional, de fato, é o estabelecimento de uma desordem.

Porém, “nada acontece por acaso”.

O acaso possui uma ordem racional de “situações não explicáveis”.

Devemos buscar entender a mensagem do acaso.

Tudo possui sua razão de ser e se constitui em um discurso a ser “lido”. E chegamos à conclusão de que não existem vidas que se desenvolvem paralelamente, mas todas estão entrelaçadas e fazem parte de um todo.

Um encontro inesperado depois de muitos anos. Um telefonema. Um e-mail. Uma notícia.

Aprendemos que os eventos do “acaso” fomentam nossa evolução.

A evolução é um dos objetivos da própria vida.

A evolução faz parte da história de nossa espécie.

 

Vanessa Bonafini.

As tendências de calçados mais quentes do verão de 2018 são todas retrocessos

Nesta temporada, estamos entrando em uma máquina do tempo de tendências de calçados – desde o retorno das sandálias de dedo  até sapatos de salto de gatinho e cores brilhantes. Dê ao seu guarda-roupa uma atualizada nas tendências de calçados que certamente estão fazendo o maior sucesso nesse verão. Essa é a próxima tendência para o verão brasileiro logo mais.

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De sandálias de salto empilhadas a bombas de dedo do pé fechadas, as mules vêm em todas as formas, formas e cores nesta estação. Seja com uma calça jeans ou um vestido de verão alegre, a tendência funciona de formas infinitas.

sandálias de dedo 
sandálias de dedo 
Prepare-se: sandálias de dedo estão fazendo um retorno para o verão. O inesperado visual de retrocesso está recebendo uma atualização moderna na forma de sandálias de couro lisas e elevadas.
CORES
Escolha uma cor, qualquer  sandálias de tons vibrantes certamente estão ocupando o Instagram neste verão. De amarelos luminosos e ensolarados ao fúcsia inspirados nos anos 80, há muitas cores para escolher.
PVC
A tendência de PVC transparente da Spring se estende ao calçado neste verão com sandálias brincalhonas que parecem uma versão atualizada de seus sapatos de criança.
mania do salto do gatinho.

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Não descarte os sapatos de salto de gatinho clássicas ainda. A tendência parece especialmente fresca para o verão, quando feita em branco puro.

 pai sapatilha
Para aqueles dias em que você  está com vontade de usar um sapato mais confortável um bom par de tênis  faz o contraste perfeito com todos os seus vestidos e saias de verão.
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Se alguém ainda tinha dúvidas de como combinar os tênis mais badalados do momento, aqui está com algumas dicas.
A relação dos tênis com a moda não é nada recente – é só lembrar quando a Chanel colocou modelos em sua passarela de alta-costura em 2014 ! Mas foi depois do boom dos Stan Smith brancos, da Adidas, que eles viraram febre no street style! De lá para cá, os sneakers ganharam diversas releituras de estilistas mundo afora e se tornaram peça essencial no armário de qualquer fashionista.
Tênis-meia
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Estas peças de verão a preço acessível não quebrarão sua conta bancária

Compre as melhores tendências da temporada por menos de US $ 170.

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Impressões em cerejeira, vestidos com botões e o retorno das sandálias de toe-ring – você provavelmente já passou por algumas das tendências mais quentes do verão de 2018 no Instagram. Mas agora que a temporada de escapadelas de fim de semana, festas de quintal e viagens de praia intermináveis ​​é oficialmente sobre nós, é hora de começar a comprar as melhores novas tendências do verão agora.

No espírito de não estourar totalmente o seu cartão de crédito (mas ainda assim procurando fashun ), rastreamos todas as melhores peças acessíveis que não quebram sua conta bancária. Role para baixo para comprar as 10 tendências mais quentes do verão – tudo por menos de US $ 170.

As tendências: vestidos de botão: