Você sabe como a Pantone faz para ditar as cores tendências de moda ?

O que seria de nós sem as cores, não é mesmo? Elas estão por toda parte!

Você pode até achar que elas nem são tão importantes assim na nossa vida, mas é só conversar com alguém que viveu a época do cinema e da televisão em preto e branco para entender melhor como foi bom quando as imagens tornaram-se coloridas.

Vamos ainda mais fundo. Lembra quando você era criança e tinha medo do escuro? Era só acender a luz para a sensação ruim desaparecer!

Estes são apenas alguns exemplos simples, mas que nos provam o quanto as cores influenciam na nossa vida. O que acontece é que muitas vezes nós não temos consciência desta influência. Porém, cada cor emite uma vibração que afeta o nosso corpo e a nossa mente. Estas vibrações são captadas pelo nosso subconsciente e vão influenciar nas nossas ações e emoções.

É por isso que costumamos dizer que as cores quentes são aquelas que nos trazem sensações de alegria, movimento, excitação. Já as frias, remetem a calmaria e relaxamento.

Tá Vanessa ! Mas o que esse papo de psicologia das cores tem a ver com as tendências de tons para a próxima temporada? 

Calma! Confia em mim e continua a leitura que tudo vai começar a fazer sentido já já. Prometo!

A cada estação um grupo de cores se destaca em todas as áreas da moda. Mas quem escolhe essas tonalidades que se tornam tendência?

Com certeza você já deve ter ouvido falar da Pantone. Fundado por Lawrence Herbert na década de 60, o Instituto de Cores Pantone é uma empresa norte-americana responsável pelo desenvolvimento de sistemas de cores que se tornaram referência para o mundo todo. A empresa não é a pioneira na criação de uma linguagem padronizada de cores, mas é sem dúvidas a mais famosa!

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As cartelas de cores da marca são usadas como padrão para a moda, decoração e outras áreas gráficas.

Desde 2000, a Pantone escolhe uma cor para ser o tom de destaque do ano. O lançamento da cor oficial acontece sempre em dezembro do ano anterior.

Esta escolha é feita com base em pesquisas que o instituto faz para entender as emoções culturais da época. É exatamente aí que entra toda a questão da psicologia das cores. Além dos estudos sobre as tendências para as próximas temporadas, a Pantone prioriza escolher tons que vão traduzir os conflitos e vitórias do época que estamos vivendo e encontrar um ponto de equilíbrio.

Por exemplo, em 2016 o Rose Quartz e o Serenity foram escolhidos para amenizar a atmosfera de tensão e violência que pairava sobre o mundo, uma vez que a combinação destas cores conferem uma sensação de paz e segurança que são agradáveis para o nosso cérebro.

Já em 2017, para que nossas energias pudessem ser revitalizadas e não perdêssemos a esperança em meio a um cotidiano cada vez mais caótico, a cor do ano escolhida foi Greenery. Um tom de verde vivo que remete a natureza e o período da primavera em que as plantas estão se renovando.

AS PALETAS DE CORES DA TEMPORADA 2018.

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Uma mistura do clássico com o colorido com uma paleta ousada de tons, complementada por alguns inesperados ou conectados à ausência de gênero e cores que transcendem as estações.

PERSONALIDADE, INVENTIVIDADE E CRIATIVIDADE

PALETA DE CORES OUTONO-INVERNO 2019

Os tons para este outono evocam a sensação de folhas no chão da floresta, plumagens ricas e crepúsculos, que revelam modernos tons profundos e cores ricas que possuem explosões surpresa de pigmentos coloridos.

Ao misturar e combinar esses tons ousados no inverno, podemos criar um estilo ou aparência diferente, mas eles são impactantes sozinhos.

Muitas dessas matizes são suficientemente fortes e estão sendo usadas ​​sozinhas.

O relatório destaca 12 tons para a moda masculina e feminina, bem como cinco novos clássicos.

PANTONE 18-4048 NEBULAS BLUE

Um azul que remete o crepúsculo, um azul pensativo e que nos lembra a Noite Estrelada de Van Gogh.

PANTONE 15-0850 CEYLON YELLOW

Um amarelo salgado e picante que acrescenta um toque exótico à moda.

Tendências inverno 2019: veja o que vai bombar na moda no próximo ano.

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Com ciclos cada vez mais curtos, a vida útil das tendências diminui e a demanda por novidades é contínua.

E o inverno 2019 promete: temas como a exigência por diversidade, a primavera feminina, a necessidade de praticidade, a importância da natureza e sua preservação informam o que vamos vestir no ano que vem. A tradição, com peças clássicas, uma dose de cores vibrantes e muito brilho chega na estação mais fria do ano.

A mulher chega apostando em cores vivas, brilhos, estampas e materiais luminosos. Sente-se confortável com sua feminilidade e, portanto, opta pela alfaiataria em looks para trabalhar, mas adora adicionar um cinto para celebrar suas curvas.

Ao invés de sonhar com o herói para salvá-la, na versão 2019 é a estrela do seu próprio faroeste. Brinca com referências misturando peças de herança, como o tweed e a estampa xadrez, com outras de apelo moderno, sabe que é resultado de suas experiências passadas, mas também se abre ao novo.

A estampa: animal print

Onça nunca sai de cena, mas tem temporadas de destaque menor. Em 2019, aliada à zebra, ressurge em leituras pop com cores ou em sua forma mais clássica. Para usar as estampas de bicho, aposte em formas sofisticadas ou com toques esportivos, a ideia é ousar e subverter.

Divulgação Givenchy

Divulgação Sara Battaglia

Divulgação Net-a-porter Michael Kors

Divulgação Net-a-porter Brandon Maxwell

Divulgação Net-a-porter T by Alexander Wang

O material: tweed

O tecido é marca registrada da Chanel e remete a um estilo mais tradicional. Use em conjuntinhos ou quebre a seriedade com peças casuais como o jeans. Em sua forma mais conceitual, ele tem ombros pronunciados, bem oitentista: o exagero imprime o ar de uma mulher forte e pronta para encarar qualquer situação. Brechós são um ótimo lugar para encontrar um casaco de tweed para chamar de seu:

Divulgação Marc Jacobs

Divulgação Net-a-porter Balmain

Divulgação Net-a-porter Isabel Marant

Divulgação Net-a-porter Balmain

O mood: faroeste

Pense no estilo dos cowboys e seus tons terrosos, camurça, franjas, bordados étnicos e muita atitude. Só não esqueça de fazer um mix com shapes mais delicados para impedir que o look fique caricato.

Divulgação Isabel Marant

Divulgação Isabel Marant

Divulgação Net-a-porter Elie Saab

Divulgação Net-a-porter Calvin Klein

Divulgação Net-a-porter Chloe

Inclusive vale resgatar a bota de cowboy do fundo do armário:

Divulgação Net-a-porter Givenchy

A peça: casaco estilo capa ou poncho

Divulgação Burberry

Divulgação Givenchy

O acessório: cinto

Cintura marcada com modelos statement, eleja exemplos com detalhes em dourado ou com fivelaschamativas. Discrição não tem vez.

Divulgação Net-a-porter Dodor Bar Or

Divulgação Versace

A cartela: neon

As décadas de 1960 e 80 são as grandes mentoras do inverno 2019. Dos anos 80 vem a influência esportiva e uma predileção por excessos. Em nenhum lugar isso fica tão claro quanto na paleta de tons neon, queridinha da temporada. Do clima esportivo ao estilo lady-like o fluo promete acender os looks.

Divulgação Calvin Klein

Divulgação Net-a-porter Vetements

Divulgação Net-a-porter Fendi

O efeito: gloss

Cresça e apareça com acabamento lustroso, do paetê ao metalizado, passando pelo holográfico e o verniz, a ordem é brilhar.

Divulgação Net-a-porter Ralph & Russo

Divulgação Net-a-porter Stella McCartney

Divulgação Net-a-porter Gucci

Divulgação Giamba

A festa: franjas luxuosas

São favoritas para elevar os looks noturnos, mas distantes do estilo western, aqui elas buscam inspiração nos anos 20 e 30 com ar nobre e decadente. Perfeitas para dançar!

Divulgação Givenchy

Divulgação Mugler

Divulgação Net-a-porter Galvan

Divulgação Net-a-porter MR by Man Repeller

O truque de styling: cobertura máxima

Se depender dos estilistas, ninguém vai passar frio. A proposta é sobrepor o maior número de peças possíveis com destaque para alfaiataria e athleisure. Empilhe sem medo!

Divulgação Givenchy

Divulgação Balenciaga

A Semana de Moda de Milão (MFW) acaba de terminar e já deixou várias dicas do que vem por aí na temporada Inverno 2019.

As principais grifes do mundo – e as grandes ditadoras da moda, diga-se de passagem – mostraram que a estação virá cheia de vida e com ainda mais personalidade.

Cores vibrantes para o Inverno 2019

Prada
Tendo o skyline milanês como pano de fundo, a Prada migrou seu tradicional desfile das quinta-feiras à tarde para a noite e apresentou-se em seu novíssimo QG, que fica nas imediações de sua Fondazione. Caminhando para o edifício, gruas gigantes carregando enormes letreiros neon com imagens de ícones da grife de todos os tempos (sandália com flamas, bananas, macacos) já davam indícios de que o desfile seria um misto de resgate com ruptura. Por resgate, entenda o uso generoso do náilon que revestia as mochilas e bolsas best-sellers nos anos 90. Já a ruptura ficou por conta da cartela exclusivamente fluorescente, tingindo texturas tão variadas como tweed, plástico e tule. O clima era futurista, mas um futuro que bebe no retrô, equação que Miuccia Prada domina com habilidade única.

Prada (Foto: IMaxTree)

Os desfiles de Marni, Versace e Prada trouxeram harmonias de cores de encher os olhos. Mais uma vez, a tendência é fugir da regra de que o inverno pede apenas cores escuras.

Marni / Versace / Prada – Inverno 2019 MFW. Imagem: Vogue.

Xadrez

A clássica padronagem apareceu diversas vezes, nos mais variados estilos, recortes e cores. Não é incomum o xadrez brilhar no inverno e parece que esse será, mais uma vez, um dos prints queridinhos do Inverno 2019.

Versace / Max Mara / Fendi – Inverno 2018 MFW.

 

E aí, quem gostou /amou /quer muito?

VANESSA BONAFINI.

O alto preço de viver longe de casa

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Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Uma mulher feliz !!!

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Minha mãe tinha muitos problemas. Dormia mal e se sentia exausta. Era irritada, mal-humorada e amarga, até que um dia, de repente, ela mudou.
Um dia, meu pai disse-lhe:
-Amor, estou há tempos tentando lhe dar mais atenção mas não sei como fazer até o momento encontrei nada. Amor vou jogar bola com os amigos.
Minha mãe respondeu :
-Está bem…
Meu irmão disse-lhe:
-Mãe vou mal em todas as matérias do colégio.
Minha mãe respondeu:
-Está bem. Você vai se recuperar. E se não o fizer, você poderá repetir o ano. Mas você vai pagar com as suas reservas.
Minha irmã disse:
– Mãe bati com meu carro.
Minha mãe respondeu:
-Está bem filha. Leve-o para a oficina e procure uma forma de como pagar. E enquanto eles consertam, vá andando de ônibus ou metrô.
Sua irmã disse-lhes:
-Irmã , eu vim passar alguns meses com vocês.
Minha mãe respondeu:
– Está bem. Acomode-se no sofá da sala, e procure alguns cobertores no armário.
Nos reunimos na casa dela preocupados, encabulados em ver essas suas reações.
Nos propusemos, então, fazer um “questionamento” a ela para afastar qualquer possibilidade de reação que fosse provocada por alguma medicação ‘anti-birras’.
A nossa surpresa foi imensa, quando o minha mãe nos explicou:
“Demorou muito tempo para perceber que cada um é responsável por sua vida. Levei anos descobrindo que minha angústia, minha mortificação, minha depressão, minha coragem, minha insônia e meu estresse não resolveriam os vossos problemas. Mas, sim, exacerbaram os meus.”😔
Eu não sou responsável pelas ações dos outros. Eu sou responsável pelas reações de como eu me expresso perante elas.
Portanto, cheguei à conclusão que o meu dever para comigo mesmo é manter a calma, e deixar que cada um resolva suas pendencias da forma que lhe convier.
Tenho feito cursos de Yoga, de meditação, de milagres, de desenvolvimento humano, de higiene mental, de vibração e programação neuro-linguística. E, em todos eles, eu encontrei um denominador comum, no final, todos nos levam ao mesmo ponto. Ou seja, eu só posso ter ingerência sobre eu mesma. Vocês têm todos os recursos necessários para resolver suas próprias vidas.
Eu só posso dar meu conselho se por acaso me pedirem. E cabe a vocês decidirem segui-lo ou não.
Então, de hoje em diante, parei de ser a receptáculo de suas responsabilidades, a carregadora de suas culpas, a lavanderia dos seus remorsos, a advogada de seus defeitos, o Muro das Lamentações, a depositária das suas frustações, que resolve seus problemas ou sua tabua de salvação para conta de vossos desafios.
De agora em diante, eu os declaro todos adultos, independentes e auto-suficientes.
Todos na casa da minha mãe permaneceram em silêncio.
Desde aquele dia, a família começou a funcionar melhor porque todo mundo em casa sabe exatamente o que lhe cabe fazer.
Autor: UMA MULHER FELIZ.

Você não é todo mundo.

Ensinem suas filhas e filhos a pegar ônibus logo cedo, primeiro com vocês, depois sozinhos. Eles vão precisar disso um dia na adolescência ou na vida adulta e mesmo que você seja muito rico e pense que não precisarão, não há como ter certeza. Se nunca andaram, terão tendência a ficarem abobalhados, pouco espertos e mais propensos a sofrerem assaltos ou atropelamentos.

Ensinem seus filhos e filhas a andar a pé, porque só se aprende a atravessar ruas andando a pé. Bicicleta só para recreação, com você carregando o malinha e sua mala rampa acima, não vai dar boa coisa. Molequinhos e molequinhas precisam saber ir e voltar. Carregarem seus casaquinhos, bonequinhas e carrinhos faz parte da missão: mãe e pai não são cabides.

Ensinem suas filhas e filhos desde bebês a descascar bananas, maiorezinhos devem saber comer maçã sem ser picada, devem aprender a espremer um suco no muque, usar garfo e faca, colocar a roupa suja no cesto, lavar, secar e guardar louça. Assim não serão os malas na casa da tia no dia do pijama. No mínimo.

Ensinem seus filhos e filhas adolescentes a lavar o próprio par de tênis, lavar, pendurar, recolher e dobrar roupas, cozinhar algo básico, trocar lâmpadas e resistência do chuveiro. Ensine que isso pode não ser prazeroso como tomar um sorvete ou jogar no celular, mas é importante e necessário.

Ensinem suas filhas e filhos a plantar, colher e entenderem a diferença entre um pé de alface e um pé de couve. Você pode não acreditar, mas por falta de ensinamentos básicos muita criança se cria achando que leite é um produto que nasce em caixas. Isso não é engraçado, é um efeito colateral involutivo do nosso tempo.

Não tema o fogo, o fogão, a chaleira nas mãos dos coitadinhos. Se você não ensinar, eles vão fazer muita bobagem e vão se queimar. Educar é confiar nas capacidades e na inteligência deles. É mostrar perigos e ensinar a lidar com perigos.

Eduquem seus filhos para a vida, para capacidades. Prazer não precisa ser ensinado, é um benefício, um privilégio. Ter empregada doméstica em casa não deve ser visto e sentido como alguém que vem acoplado ao lar, quase uma “coisa” um “objeto humano” de limpar e organizar sem parar.

Essas não são dicas moralistas. Educar para a solidariedade é um ato até egoísta e nada poético. Ao ensinar coisas básicas de sobrevivência aos filhos, estamos promovendo confiança e capacidade, auto-estima, senso de dever e responsabilidade.

Evite produzir e multiplicar pessoas que um dia serão adultos entediados, mimados que acharão eternamente que vieram ao mundo a passeio, sem a menor noção do que é resiliência, inaptos para cuidar de si mesmos e de outros, caso se multipliquem preguiçosamente.

A vida pode ser bela, a vida pode não ser dura para herdeiros, mas ela cobrará sempre, de qualquer um de nós, firmeza e força de vontade. Isso não é nato, depende de adversidades e luta pela sobrevivência e nada tem a ver com capacidade de apertar um botão ou deslizar os dedões no Iphone.

Cláudia Rodrigues

A vida é curta, viva o hoje

Eu só queria te dizer pra aproveitar melhor sua vida.

Cada pedacinho dela.

Dos grandes eventos às coisas pequenas do dia a dia.

Você precisa notar mais os detalhes, viver de verdade o momento.

Para de viver no automático.

Queria te dizer pra não perder tempo com o que não te faz bem.

Por que insiste nisso?

Por que gasta seu tempo, a coisa mais rara, a única que não volta, com o que te faz mal?

Você não deveria gastar seu tempo assim.

Prioriza melhor as coisas.

E queria dizer também pra não deixar passarem as oportunidades de ser feliz.

Porque hoje você vive como se fosse viver pra sempre.

E prova isso em cada momento que você não vive ao máximo.

Em cada chance que você ignora, em cada vez que adia alguma coisa.

E em cada vez que você se fecha pra algo ou alguém.

Você tem que parar de viver como se tivesse todo tempo do mundo.

Você não tem!

Você pode não estar mais aqui amanhã.

As pessoas que você ama podem não estar mais aqui.

Então por que você depende tanto assim do amanhã?

Não chegue no final da vida com arrependimentos.

Não olhe pra trás se lamentando do que não fez, dos momentos que não viveu, das atitudes que não teve.

Não dê chance a esse gosto amargo na boca.

Viva da forma que seu eu do futuro tenha orgulho de quem você foi e de quem você é.

Chegue lá com ótimas histórias pra contar, com as lembranças mais gostosas.

Seja hoje a pessoa que você quer ser.

Corre atrás hoje do que você quer.

Planeja logo a viagem que você quer e não faz.

Manda logo a mensagem que você pensa e não manda.

Diz o “te amo” que você sente e não diz.

Você tem que dizer (e mostrar!) que ama todos os dias.

Dê um abraço forte em quem você tem carinho.

Vai chegar o dia que você não vai poder mais fazer essas coisas.

E a gente nunca sabe quando é esse dia, pode ser amanhã!

Não perca isso. Não deixa isso acontecer.

Seja feliz agora. Viva hoje.

A vida pode ser maravilhosa e cabê a você fazer com que seja.

Sem desculpas, sem adiamentos, sem justificativas, sem culpar outros.

Você é a única pessoa responsável pela sua felicidade.

Não está nos outros, está em você.

Viva mais, ame mais, seja mais.

Só depende de você, então vai lá.

Vai ser feliz hoje!

A vida é tão curta.

A vida é tão rara.

Não deixa seu tempo passar, não deixa a vida te levar.

American way of life

Uma das perguntas mais frequentes que recebo é, como é a vida nos Estados Unidos, o ‘American way of life’, ou o estilo de vida americano. Por questões culturais, obviamente muitas coisas são diferentes e, por isso, hoje vamos dividir algumas curiosidades!

– Americanos podem dirigir com carteira de motorista com 16 anos;

– Você pode repetir sua bebida no McDonald”s quando quiser;

– Como em outros países evoluídos, ninguém pode beber álcool na rua;

– Não há frentista no posto de gasolina;

– As praias não são tão cheias como no Brasil e não têm camelôs vendendo coisas e gritando;

– Quando o ônibus escolar para, todos os carros de todas direções são obrigados a parar também;

– Esportes são incentivados e valorizados, inclusive exigidos nas escolas;

– Chocolate Cookie é uma sobremesa básica, em todo lugar tem;

– Toda casa tem lava-louça, secadora de roupas e ar condicionado;

– CVS, Starbucks e 7 Eleven existem por toda parte;

– Ninguém bate palmas na hora do ‘Parabéns para você.

– As previsões do tempo sempre acertam;

– Virar à direita no sinal vermelho é permitido;

Outra curiosidade é que os americanos não são tão workaholics como imaginamos e, diferente de muitos lugares no Brasil, os americanos possuem uma razoável quantidade de tempo livre (dedicado à recreação). Os esportes são os principais passatempos da população – praticando ou assistindo jogos profissionais em estádios ou na televisão.

Um aspecto que também os diferencia é que a independência é considerada uma das mais importantes bases da personalidade americana e é uma das primeiras coisas aprendidas pelas crianças. O nosso jeito brasileiro de pais corujas, que sempre ficam perto dos filhos, por aqui não é muito usual. Aqui, normalmente os pais só veem os filhos na hora do jantar, pois ao longo do dia estão envolvidos com o trabalho e outras atividades.

Enfim, são várias questões culturais diferentes – algumas que até podem parecer curiosas em um primeiro momento. Cada vez mais admiro a cultura e o jeito americano de viver.

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